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Presidente do Comité Olímpico do Brasil garante sucesso dos Jogos

Presidente do Comité Olímpico do Brasil garante sucesso dos Jogos

No seguimento da destituição de Dilma Rousseff, Leonardo Picciani assumiu ontem o cargo de ministro dos Desportos do Brasil. É o terceiro em três meses, quando faltam 84 dias para o início dos Jogos Olímpicos. Apesar da instabilidade no país, o presidente do Comité Olímpico do Brasil, Carlos Nuzman, garante que nada irá afetar a realização dos jogos em Agosto.

  • Tocha olímpica já chegou ao Brasil
    4:19

    Desporto

    A tocha olímpica chegou de helicóptero ao Estádio Mané Garrincha, em Brasília. Depois, seguiu para o Palácio do Planalto, onde foi recebida por Dilma Rousseff. O símbolo olímpico começou uma viagem de três meses em território brasileiro: vai passar por mais de 328 cidades e percorrer cerca de 20 mil quilómetros. O destino final é o Estádio do Maracanã, o palco da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de janeiro, a 5 de agosto. O Rio de Janeiro já se prepara para os jogos. O Comité Olímpico Internacional tem procurado separar a crise política no Brasil da realização dos jogos.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18