sicnot

Perfil

Desporto

Cristiano Ronaldo teve que ser assistido e abandonou treino do Real Madrid

O futebolista português Cristiano Ronaldo foi forçado a abandonar mais cedo o treino de hoje do Real Madrid, depois de sofrer um toque na coxa esquerda, numa sessão de treino aberta.

O internacional luso, três vezes Bola de Ouro, teve que receber assistência fora do relvado, depois de um choque na disputa de bola com Dani Carvajal e o guarda-redes Kiko Casilla, e teve que deixar o treino.

O jogador, que falhou alguns jogos do Real Madrid no final da época, devido a lesão, saiu com uma expressão aborrecida, num treino que decorreu depois de hoje de manhã Zidane ter afirmado que o português estava preparado e apto para a final da Liga dos Campeões, no sábado, com o Atlético de Madrid.

"Não haverá problema. Ele [Cristiano Ronaldo] sentiu algo e não jogou por precaução. Estará preparado para sábado e penso que em boa forma física", disse Zidane antes do treino, no dia aberto à imprensa.

No sábado o Real Madrid defronta em San Siro, Milão, o Atlético Madrid na final da Liga dos Campeões (19:45 de Lisboa), num jogo em que os 'merengues' procuram conquistar o 11.º título europeu da sua história.

Lusa

  • Bataglia deixou passar 12 milhões pela sua conta a pedido de Salgado
    2:05

    Operação Marquês

    O presidente da Escom e arguido na Operação Marquês Helder Bataglia terá admitido que Ricardo Salgado utilizou uma conta bancária do empresário, na Suíça, para passar 12 milhões de euros a Carlos Santos Silva, amigo de José Sócrates. O amigo de Sócrates e Bataglia terão combinado várias formas de não levantar suspeitas. A notícia é avançada pelo jornal Expresso na edição deste sábado.

  • Cágado tratado com implante impresso em 3D
    2:26
  • Patrões não aceitam alterações ao acordo de concertação social
    2:25

    Economia

    As confederações patronais foram esta sexta-feira ao Palácio de Belém dizer ao Presidente da República que não aceitam que o Parlamento faça alterações ao acordo de concertação social. Os patrões dizem ainda ter esperança que o Parlamento não chumbe o decreto-lei que reduz a TSU das empresas com salários mínimos.