sicnot

Perfil

Desporto

Fernando Santos acredita que Mundial com 48 seleções será mais competitivo

© Gonzalo Fuentes / Reuters

O selecionador português, Fernando Santos, considerou esta quinta-feira que o alargamento do Mundial de futebol a 48 seleções tornará a prova mais competitiva e criticou o dramatismo dos detratores da medida, que será implementada a partir de 2026.

"Temos de evitar ser demasiado dramáticos. Se o alargamento significasse o aumento do número de jogos (disputados durante o Mundial) seria mais complicado, mas como não é o caso, sou claramente a favor", disse o selecionador campeão europeu num encontro com correspondentes estrangeiros, nos arredores de Lisboa.

Para Fernando Santos, o aumento do número de seleções pode incrementar a competitividade, uma vez que os grupos terão três em vez das atuais quatro equipas.

"Algumas pessoas dirão que o formato alargado não traz mais qualidade, mas o facto é que estes torneios, acima de tudo no Mundial, são marcados pela ausência de boas seleções", defendeu o técnico, que guiou Portugal à vitória no Euro2016.

O selecionador português acredita que o maior número de seleções em grandes competições promove um maior investimento no futebol e na formação de equipas que, de repente, podem aspirar ao troféu.

"Passou-se o mesmo com o Europeu. Inicialmente, estávamos apreensivos com o novo formato, mas demonstrou-se que em muitos países passou a haver um grande investimento no futebol", acrescentou.

O Conselho da FIFA aprovou na terça-feira, por unanimidade, o alargamento da fase final Mundial de futebol, a partir de 2026, de 32 para 48 seleções.

A prova, que até agora teve 20 edições e que começou em 1930, com 13 equipas, não se realizou em 1942 e 1946 devido à II Guerra Mundial, tendo decorrido em 2010 a sua primeira edição no continente africano, na África do Sul.

As duas próximas edições, ainda com 32 equipas, vão decorrer na Rússia e no Qatar, em 2018 e 2022, respetivamente.

Lusa

  • Presidente da Proteção Civil demitiu-se

    País

    O Presidente da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), Joaquim Leitão, pediu esta quarta-feira a demissão com efeitos imediatos. A carta de demissão foi enviada para o Ministério da Administração Interna, no entanto, uma vez que a ministra também se demitiu, o documento seguiu para o gabinete do primeiro-ministro, António Costa.

  • "Foi um golpe muito forte"
    1:41
  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão

  • SIC acompanhou Francisco George no último dia como diretor-geral da Saúde
    6:20