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O que se faz quando não se pode ir ao mar? Surfa-se na Torre de Belém

White Flag Productions

Ricardo Rosa

Jornalista

Aconteceu esta quinta-feira, dia de tempestade e ondas impossíveis. O surfista português João Kopke agarrou na prancha e atirou-se ao sítio mais improvável. Junto à Torre de Belém, em Lisboa. E conta a aventura à SIC Notícias.

"Quando vou para Lisboa de comboio, a caminho do conservatório ou da faculdade, imagino-me sempre a surfar nos sítios mais improváveis", disse o surfista e músico de Oeiras, acrescentando que "já tinha visto ondas em Algés, na Cruz Quebrada e até no Cais do Sodré, onde era possível surfar".

E eis que "a tempestade Doris apareceu no horizonte". Kopke conta que teve "a ideia de procurar o spot mais inusitado possível" . E assim foi.

Procurou e encontrou... a Torre de Belém: "foi o lugar mais mágico em que já me pus em pé em cima de uma prancha".

White Flag Productions

João Kopke já tinha experimentado o mar em Caxias ou Paço D'Arcos, "lugares que, embora não funcionem tantas vezes, são um recurso normal em dias de mar grande". Mas depois da Torre de Belém, "vai ser difícil encontrar um melhor". Ainda assim, "vou continuar à procura", garante.

As fotos do momento já circulam no Facebook, para segunda-feira está anunciada a divulgação de um vídeo com a surfada.

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