sicnot

Perfil

Desporto

Adepto do RB Leipzig recorda momentos difíceis passados em Dortmund

© Wolfgang Rattay / Reuters

A ida dos adeptos do RB Leipzig para o estádio do Borussia Dortmund, no sábado passado, acabou por ser um "autêntico calvário", sem quaisquer condições de segurança, segundo relatos publicados esta terça-feira pelo jornal alemão Bild.

Lars H., adepto do clube de Leipzig, fala de arremesso de objetos e crianças empurradas, no acesso ao estádio, onde se jogou para o campeonato alemão de futebol.

O RB Leipzig, controlado pela marca de bebidas energéticas Red Bull, é detestado pelos adeptos de muitas outras equipas por ser uma criação artificial, sem história ou tradição".

"Para nos deslocarmos ao estádio, não fomos separados", explica Lars. "Atiraram-nos ovos, pedras, latas e garrafas, rasgaram-nos bandeiras e cachecóis".

"As nossas crianças foram empurradas e atacadas, tivemos de as proteger. Houve vários feridos, alguns com golpes. Sou adepto há oito anos e nunca tinha visto isto", acrescentou.

Fundado em 2009 pela Red Bull, o clube registou depois quatro promoções até ao escalão principal, em que segue em segundo, só atrás do Bayern de Munique.

O nome do clube, RasenBallsport (desporto com bola na relva), é uma palavra inventada para contornar a regra que impede aos patrocinadores apropriar-se do nome da equipa, mantendo a associação às iniciais da marca.

Lusa

  • Lei que permite a entrada de animais em espaços de restauração gera dúvidas
    2:23

    País

    A lei que permite a entrada de animais de companhia em estabelecimentos de restauração, que entrou hoje em vigor, está a gerar dúvidas para os proprietários. Até ao momento são poucos os estabelecimentos que aderiram e a previsão é para que assim continue. A DECO questionou 1800 pessoas sobre a presença dos animais nos restaurantes e apenas 25% votou a favor.

  • Trump arrasa restaurante que expulsou a sua assessora de imprensa

    Mundo

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, arrasou um restaurante da Virgínia que recusou servir a sua assessora de imprensa, Sarah Huckabee Sanders, escrevendo na sua conta de Twitter que o restaurante se devia concentrar na limpeza dos seus toldos e portas "imundos".