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Ferreira de Oliveira ganhou 1,5 milhões no último ano na Galp

O presidente executivo da Galp Energia, Manuel Ferreira de Oliveira, recebeu uma remuneração bruta de 1,53 milhões de euros em 2014, segundo o relatório do governo societário da petrolífera. 

REUTERS

Do montante total auferido pelo gestor, cerca de um milhão de euros corresponde a remuneração fixa, 191 mil euros a remuneração variável e ainda 267 mil euros a título de plano poupança reforma. Segundo o documento, a segunda parcela de remuneração variável, também no valor de 191 mil euros, será paga posteriormente. 

O segundo administrador mais bem pago na Galp no ano passado foi Luís Palha da Silva, que também anunciou na sexta-feira que não volta a integrar as listas para um novo mandato, com rendimentos de 700 mil euros, dos quais 490 mil euros de remuneração fixa e o restante de componente variável e poupança-reforma. 

Tal como em anos anterior, o presidente do conselho de administração (chairman), Américo Amorim, abdicou de receber qualquer remuneração. 

No total, os membros do conselho de administração da Galp Energia receberam 5,33 milhões de euros no ano passado, dos quais quatro milhões de euros a título de remuneração fixa, 578 mil euros como remuneração variável e 735 mil euros em planos poupança reforma. 

Em comunicado enviado na sexta-feira à noite à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Galp Energia anunciou que "Manuel Ferreira de Oliveira, vice-presidente do Conselho de Administração e presidente da comissão executiva" e "Luís Palha da Silva, vice-presidente do Conselho de Administração e da comissão executiva (...) informaram o Conselho de Administração" de que "não pretendiam integrar as listas para qualquer órgão social" da petrolífera na próxima assembleia-geral da empresa, que é eletiva, convocada para 16 de abril.

A 16 de abril, os acionistas da Galp vão eleger em assembleia geral os novos órgãos sociais da petrolífera nacional, controlada pela Amorim Energia, que tem como acionistas Américo Amorim, a Sonangol e Isabel dos Santos. 


Lusa
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