sicnot

Perfil

Economia

Antigo diretor-geral do FMI detido em Madrid

O antigo diretor-geral do FMI foi detido, esta tarde, em Madrid. Rodrigo Rato é suspeito dos crimes de branqueamento de capitais, fraude e apropriação indevida de bens.

© Sergio Perez / Reuters

De acordo com a imprensa espanhola, a detenção foi feita na sequência de uma busca das autoridades tributárias espanholas à casa onde residia em Madrid. Rato terá aproveitado a amnistia fiscal de 2012 para regularizar o património, numa altura em que já estaria a ser investigado por branqueamento de capitais. 

Além de ter sido diretor-geral do FMI, Rodrigo Rato foi também ministro da Economia e vice-presidente do Governo espanhol, entre 1996 e 2004, nos Executivos de José Maria Aznar.

De 2010 a 2012 foi presidente do Bankia - o banco que já no inicio deste ano pediu uma investigação externa a alegadas irregularidades, nas remunerações de antigos administradores. Em paralelo, está também implicado num processo na justiça espanhola pelo suposto gasto de mais de 15 milhões de euros, em despesas, quando estava à frente do banco.
  • Luís Pina indiciado por quatro crimes de tentativa de homicídio
    2:24
  • Ministro "mais descansado" com relatório sobre Almaraz, ambientalistas contestam
    2:01

    País

    O ministro do Ambiente diz estar mais descansado depois de conhecer o relatório técnico que considera o armazém de resíduos nucleares em Almaraz uma solução adequada. Já as associações ambientalistas e os partidos criticam o parecer positivo à construção e querem ouvir os ministros do Ambiente e dos Negócios Estrangeiros no Parlamento.

  • Marcelo recebido por multidão na Ovibeja
    2:52
  • Líderes europeus unidos para iniciar saída do Reino Unido
    2:08
  • 100 dias de Trump em 04'30''
    4:33

    Pequenas grandes histórias

    Donald Trump tomou posse como 45º Presidente dos EUA dia 20 de janeiro de 2017, faz este sábado, 100 dias. Prometeu grandes mudanças, mas os planos acabaram por chocar de frente com a realidade e a burocracia de Washington, como foi o caso do Obamacare. Foi a primeira ordem executiva que assinou, no dia em que tomou posse, mas a revogação está longe de acontecer.