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Parlamento Europeu pede minimização dos efeitos da crise em Portugal e Espanha

O presidente do Parlamento Europeu disse hoje que devem ser feitos esforços para minimizar as consequências da crise em Portugal e Espanha, no discurso em que assinalou os 30 anos dos tratados de adesão à então Comunidade Económica Europeia.

© Rafael Marchante / Reuters

A 12 de junho, esta sexta-feira, celebram-se os 30 anos da assinatura dos tratados que permitiram a Portugal e Espanha entrar na Comunidade Económica Europeia (CEE). Em Lisboa, a adesão foi assinada pelo primeiro-ministro de então, Mário Soares, numa cerimónia no Mosteiro dos Jerónimos.

O alemão Martin Schultz evocou esse momento hoje, em Estrasburgo, na abertura da sessão plenária do Parlamento Europeu, em que considerou que foi um "passo importante para as duas nações que estiveram sob ditaduras durante décadas" e que permitiu estabilizar as democracias, mas também  considerou que "nem todas as promessas e desejos se cumpriram".

Trinta anos depois e quando estes países vivem em dificuldades é tempo, afirmou, de se fazerem "cumprir as promessas" e fazer com que as "sequelas da crise sejam o menos duras possível para aqueles que mais se sacrificaram nestes dois países".

"Deve haver bem-estar para muitos e não riqueza para poucos", concluiu.

Portugal e Espanha aderiram efetivamente a 01 de janeiro em 1986, tendo ficado então a CEE com 12 Estados-Membros. Atualmente, são 28 os países que integram a União Europeia.

 








Lusa
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