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Confiança dos consumidores desce, dos empresários sobe

O indicador de confiança dos consumidores continuou a desdeminuir em junho, mas a confiança dos empresários voltou a aumentar e atingiu valores máximos de maio de 2008, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

© Jose Manuel Ribeiro / Reuters

A diminuição do indicador de confiança dos consumidores foi sobretudo reflexo do contributo negativo das perspetivas de evolução da poupança, explica o INE, que atribui ainda esta queda às perspetivas sobre a situação financeira do agregado familiar e sobre a situação económica do país. 

A avaliação do instituto baseia-se numa média das respostas dos últimos três meses, mas considerando apenas junho os dados são positivos: "No entanto, não considerando médias móveis, o indicador de confiança aumentou nos últimos dois meses", escreve o INE na nota de divulgação. 

Contudo, nem todos os empresários portugueses acompanham o negativismo dos consumidores, registando-se em junho uma melhoria na confiança em dois dos quatro setores analisados (indústria transformadora e serviços), uma estabilização no indicador do comércio e uma diminuição no indicador da construção e obras públicas. 

Na indústria transformadora, o indicador de confiança aumentou de forma ténue em junho, devido ao contributo positivo das apreciações sobre a procura global e das perspetivas de produção, fixando o máximo desde abril de 2008.

Em contrapartida, o indicador da construção e obras públicas diminuiu ligeiramente em resultado da evolução negativa das expectativas de emprego, uma vez que o saldo das opiniões sobre a carteira de encomendas aumentou. 

O indicador de confiança do comércio estabilizou em junho no valor mais elevado desde agosto de 2001, refletindo as expetativas positivas sobre as vendas e o contributo negativo das opiniões sobre o volume de stocks.

O indicador de confiança dos serviços recuperou em junho, devido ao comportamento positivo das opiniões sobre a atividade da empresa e sobre a evolução da carteira de encomendas e das perspetivas sobre a evolução da procura, mais significativo no primeiro caso.


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