sicnot

Perfil

Economia

Carvão foi a principal fonte de produção de eletricidade no primeiro semestre

A produção de eletricidade a partir do carvão disparou 59% no primeiro semestre deste ano em relação ao período homólogo, tendo sido a principal fonte energética ao abastecer 26% do consumo nacional, segundo os dados da REN. 

No primeiro semestre deste ano, as centrais a carvão produziram 6449 gigawatts/hora (GWh), valor que compara com os 4.065 GWh do período homólogo, compensando a queda na produção das fontes renováveis registada nos primeiros seis meses do ano, sobretudo da hídrica. (Arquivo)

No primeiro semestre deste ano, as centrais a carvão produziram 6449 gigawatts/hora (GWh), valor que compara com os 4.065 GWh do período homólogo, compensando a queda na produção das fontes renováveis registada nos primeiros seis meses do ano, sobretudo da hídrica. (Arquivo)

© Amr Dalsh / Reuters

No primeiro semestre deste ano, as centrais a carvão produziram 6449 gigawatts/hora (GWh), valor que compara com os 4.065 GWh do período homólogo, compensando a queda na produção das fontes renováveis registada nos primeiros seis meses do ano, sobretudo da hídrica. 

Entre janeiro e junho, a produção hídrica caiu 44% para 6.055 GWh, pouco mais do que a eólica, que registou uma produção 6.028 GWh, uma diminuição de 9% face ao mesmo período de 2014. 

Segundo os dados da gestora da rede elétrica, as fontes renováveis abasteceram 53% do consumo com as hidráulicas a representarem 22%, as eólicas 24%, a biomassa 5% e as fotovoltaicas 1,5%.  

No primeiro semestre do ano anterior, as renováveis tinham representado 73% do consumo devido às condições excecionais então verificadas.

A par com o aumento da atividade nas centrais a carvão, também acelerou a produção nas centrais de gás natural, com a produção a aumentar 43%, para 3.953 GWh. 

O consumo de energia elétrica aumentou 1,2% nos primeiros seis meses do ano, mas a variação é nula com a correção de temperatura e número de dias úteis face ao mesmo período do ano anterior. 

Lusa

  • "Foi um golpe muito forte"
    1:41
  • Não me parece o melhor princípio político, mas percebo que António Costa queira ter junto de si, sobretudo em tempos difíceis, os mais próximos. Os homens de confiança pessoal e política. Em plena tempestade, o primeiro-ministro chamou dois amigos de longa data, ex-colegas da Faculdade de Direito, Eduardo Cabrita e Pedro Siza Vieira. E eles não disseram que não.

    Bernardo Ferrão

  • SIC acompanhou Francisco George no último dia como diretor-geral da Saúde
    6:20