sicnot

Perfil

Economia

Primeiro-ministro francês nega "distanciamento" entre Paris e Berlim sobre a Grécia

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, negou hoje qualquer "distanciamento" entre a França e a Alemanha sobre a Grécia, depois de Berlim ter excluído negociar com Atenas antes do referendo de domingo.

© Stringer France / Reuters

"Li comentários sobre um afastamento entre a França e a Alemanha, um distanciamento [e] desminto formalmente essa análise. Nunca a relação franco-alemã esteve tão forte e tão útil à Europa", declarou Valls.

"Com a Alemanha, concertamo-nos em permanência sobre esta matéria como sobre todas as outras", insistiu, sublinhando que o Presidente francês, François Hollande, e a chanceler alemã, Angela Merkel, "conversaram nos últimos dias e ainda hoje de manhã falaram novamente".

Inquirido perto de Toulouse, no sudoeste de França, onde acompanhava o seu homólogo chinês em visita ao país, o primeiro-ministro socialista exortou os gregos a "votarem de olhos abertos" e a "retirar todas as consequências" de uma eventual vitória do 'Não' no referendo marcado para 05 de julho.

"Nós não queremos, sabem-no bem, nem ontem, nem hoje, nem amanhã, que a Grécia saia da Zona Euro. Precisamos da Grécia na Zona Euro", acrescentou o chefe do executivo francês.

"A nossa relação com a Grécia é diferente da que a Alemanha pode ter; as nossas opiniões são diferentes em relação ao dossiê grego", explicou Manuel Valls, acrescentando: "Nós queríamos -- e continuamos a querer -- um compromisso, mas não duvido por um instante que a Alemanha deseje também que a Grécia fique na Zona Euro -- evidentemente, não a qualquer custo".

 

 

 

 

Lusa

 

  • PSD e CDS assinalam 36º aniversário da morte de Francisco Sá Carneiro
    1:38

    País

    O presidente do PSD deixou críticas ao Partido Comunista, este domingo, a propósito do aniversário da morte de Francisco Sá Carneiro. Pedro Passos Coelho lembrou os festejos dos comunistas na altura, numa resposta a quem questionou a abstenção dos sociais-democratas ao voto de pesar a Fidel Castro, que o PCP levou ao Parlamento. Este domingo, tanto o PSD como o CDS-PP prestaram homenagem a Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa.