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Galp aumenta produção de petróleo em 86,6% no 2º trimestre

A Galp Energia anunciou hoje que produziu mais 86,6% de petróleo em termos médios e líquidos no segundo trimestre de 2015, quando comparado com o mesmo período de 2014, sendo o Brasil o principal fator deste crescimento. 

(Arquivo)

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© Rafael Marchante / Reuters

No entanto, apesar de um aumento de produção, em termos de receitas, o impacto foi reduzido porque o preço médio do petróleo de Brent, o índice que mais interessa à Galp, caiu cerca de 50%. 

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a petrolífera portuguesa indica que a produção média de 'net entitlement' (produção líquida) se situou nos 40,9 mil barris diários quando no segundo trimestre do ano passado estava nos 21,9 mil barris por dia. 

Esta tendência de crescimento vem desde o início do ano e reforçou-se no segundo trimestre com um aumento de 5,5% da produção média 'net entitlement', quando comparado com o primeiro trimestre.  

A petrolífera liderada por Carlos Gomes da Silva apresentou uma tendência positiva nas áreas de Exploração e Produção, mas também na Refinação e Distribuição, isto porque há um ano, a refinaria de Sines esteve parada para manutenção.

A empresa anunciou que obteve um aumento de 46,3% nas matérias-primas processadas entre o segundo trimestre do ano passado e 2015 e um crescimento de 14,7% na venda de produtos petrolíferos.  

O setor do Gás e Eletricidade foi aquele que obteve um pior desempenho, seguindo a tendência do primeiro trimestre. As vendas totais de gás natural caíram 14,8%, quando comparado com o segundo trimestre de 2014, e as vendas a clientes diretos registaram uma queda de 8,1%. 

O 'trading' - venda de gás nos mercados internacionais -, que foi um negócio em que a Galp esteve muita envolvida nos últimos anos, caiu também 20,5%. 

Contudo, comparando com os dados do primeiro trimestre, o setor do gás melhorou o seu desempenho, com as vendas totais a subirem 2,3% e as vendas as clientes diretos 12,9%.

Lusa

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