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Milhares contestam medidas de austeridade na Bélgica

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Entre 80.000, segundo a polícia, e 100.000 pessoas, segundo os sindicatos, desfilaram hoje desfilaram hoje na capital belga em protesto contra as medidas de austeridade do governo conservador de Charles Michel, tendo havido confrontos com as autoridades.

© Yves Herman / Reuters

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© Francois Lenoir / Reuters

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© Yves Herman / Reuters

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Segundo um canal de televisão belga, registaram-se alguns incidentes entre a polícia e estivadores vindos de Antuérpia, um dos principais portos europeus.

A manifestação foi acompanhada por uma greve, que perturbou nomeadamente o setor dos transportes públicos e o funcionamento das escolas.

Para sexta-feira, está já convocada uma greve ferroviária.

Os manifestantes contestam o aumento da idade da reforma para os 66 anos, em 2025, e os 67, em 2030, face aos atuais 65, decidido em julho.

Em causa está ainda a intenção do primeiro-ministro de reformar o regime fiscal, com o objetivo de equilibrar as contas públicas, nomeadamente reduzindo o custo dos salários.

A subida da taxa de IVA de 6% para 21% na eletricidade e a intenção de aumentar o imposto sobre o consumo no gasóleo, tabaco, álcool e bebidas gasosas estão também entre as medidas contestadas.

Lusa

  • Com a multiplicação de bons indicadores económicos e financeiros do país, multiplicam-se os elogios ao Governo e declaram-se mortas e enterradas as políticas do passado recente, nomeadamente a da austeridade. Nada mais errado. O que os bons resultados agora alcançados provam definitivamente é que a austeridade resolveu de facto os problemas das contas públicas e, mais do que isso, contribuiu para o crescimento económico que foi garantido por reformas estruturais e pela reorientação do modelo económico.

    José Gomes Ferreira

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