sicnot

Perfil

Economia

Tráfego automóvel nas autoestradas cresce 7% em junho

O tráfego nas autoestradas portuguesas aumentou 7% em junho face ao mesmo mês de 2014, segundo dados do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT)

De acordo com o relatório de tráfego do segundo trimestre deste ano, divulgado hoje pelo IMT, a circulação no conjunto das autoestradas nacionais aumentou 5,2% em abril, 7% em maio e 7% em junho, face aos respetivos meses do ano passado.

A circulação automóvel sobe na esmagadora maioria das autoestradas, mas regista uma queda de 14,5% na A21, em junho, face ao mesmo mês de 2014 (de 163.023 veículos a circularem para 139.378 ) e uma diminuição de 3,4% na Autoestrada de Cascais (A5), de 756.874 para 731.194 veículos.

O maior aumento, de 42,9% (de 15.875 para 22.682 veículos), foi verificado na A13-1 (Almalaguês - Condeixa-a-Nova) em junho (perante o mesmo mês de 2014), seguido da subida verificada na concessão do Douro Litoral (que é constituída por três autoestradas situadas a norte do País), que subiu de 386.146 veículos para 467.659, também em junho.

Os números hoje divulgados pelo IMT vão ao encontro dos dados divulgados pela Brisa Concessão Rodoviária, aquando da divulgação dos resultados referentes ao primeiro semestre.

O tráfego médio diário na Brisa Concessão Rodoviária (BCR) aumentou 7% até junho, o que conduziu a um aumento de 7,1% das receitas de portagem no mesmo período, tendo o aumento do tráfego ocorrido em todas as autoestradas da concessão.

Lusa

  • A menina síria que relata a guerra no Twitter está bem, diz o pai

    Mundo

    Bana Alabed, a menina síria de 7 anos que conta no Twitter a luta pela sobrevivência e os horrores da guerra em Alepo, teve de abandonar a sua casa que foi bombardeada mas está bem, disse hoje o seu pai à Agência France Press. A conta esteve fechada desde domingo, mas foi entretanto reativada e tem hoje uma nova publicação de Bana.

  • Parkinson pode ter início nos intestinos

    Mundo

    Um novo estudo científico vem revelar que a doença de Parkinson pode não estar apenas no cérebro. A doença pode ter início nos intestinos e mais tarde migrar para o cérebro.