sicnot

Perfil

Economia

Volkswagen discute com funcionários futuro da empresa

A Volkswagen informou hoje, depois de uma reunião do conselho de supervisão, que nos próximos 10 dias vai reunir-se com os representantes dos trabalhadores para discutir um "caminho conjunto para o futuro da empresa".

© David Gray / Reuters

Em comunicado, o presidente do conselho de administração da empresa, Matthias Muller, referiu que na "atual difícil situação", as decisões devem ser tomadas em "conjunto" e ter em conta a "rentabilidade" e o "emprego".

"Este é um forte sinal para os funcionários. Os desafios são enormes, mas os trabalhadores apoiam a empresa, sempre e quando fixarmos um plano equilibrado entre investimento, poupança e projetos para o futuro", salientou Matthias Muller.

No grupo Volkswagen, à semelhança de outras empresas alemãs, existe um modelo de cogestão entre a direção e os funcionários através dos comités de empresa e mediante representantes dos trabalhadores do conselho de supervisão.

O grupo Volkswagen, que emprega 600.000 pessoas, anunciou em meados de outubro a redução de mil milhões de euros anuais de investimento.

A empresa anunciou também que pretende dar vales de mil dólares (cerca de 930 euros) aos clientes afetados na União Europeia pela manipulação das emissões de gases.

Em todo o mundo, segundo a Volkswagen, foram afetados pela manipulação quase 12 milhões de veículos.

Os vales são o primeiro passo da empresa para recuperar a confiança dos consumidores.

Lusa

  • A fuga dos PIDES
    20:08
  • Dominado incêncio no centro de tratamento de resíduos da Tratolixo
    1:55

    País

    O fogo na Tratolixo, em Trajouce, deflagrou esta segunda-feira à noite. As chamas foram controladas a meio da manhã pelos bombeiros. No local estão 133 operacionais, apoiados por 51 veículos. O fogo não fez vítimas nem danos materiais. O vento dificultou o combate às chamas.

  • Duas execuções no mesmo dia pela primeira vez em 17 anos nos EUA

    Mundo

    O estado norte-americano do Arkansas (sul) executou, na noite de segunda-feira, dois condenados à morte, o que sucede pela primeira vez em 17 anos no país, anunciou a procuradora-geral daquele estado. Jack Jones e Marcel Williams, condenados separadamente na década de 1990 à pena capital por violação e assassínio, receberam uma injeção letal depois de diferentes tribunais terem rejeitado os respetivos recursos, afirmou Leslie Rutledge, em comunicado.