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Audi Portugal imune ao escândalo da Volkswagen aumenta vendas

O responsável máximo da Audi em Portugal, Licínio Almeida, afirmou hoje que a questão da manipulação das emissões do grupo Volkswagen não está a afetar a marca, tanto em termos de imagem como de vendas.

© Dado Ruvic / Reuters

© Dado Ruvic / Reuters

Licínio Almeida, diretor-geral da Audi e da SIVA (que integra também as marcas Volkswagen e Skoda), disse na apresentação da nova geração do modelo A4, carro e carrinha, que "existe muito ruído à volta do assunto" mas que os consumidores em Portugal "não demonstraram qualquer perturbação, dúvida ou desconfiança" em relação aos carros Audi.

Para o responsável, os modelos Audi "são fantásticos, seguros e confortáveis" e tal demonstra-se nas vendas da marca alemã em Portugal, que subiram 24,1% entre setembro e outubro deste ano, exatamente no período temporal em que rebentou o escândalo das emissões poluentes.

A Audi vendeu 711 carros em setembro e 883 durante outubro deste ano, mais 24,1% e comparando com outubro do ano passado, o aumento das vendas passa para 39,7%.

Em termos acumulados, de janeiro a outubro, as vendas da Audi subiram 20,5%, passando das 6.701 unidades em 2014 para os 8.077 carros em 2015.

Licínio Almeida voltou a frisar que o assunto "está a ser resolvido pelo grupo Volkswagen na Alemanha", adiantando que da parte da Audi em Portugal, os seus clientes têm estado a par de toda a informação.

"O que notamos nos nossos clientes é que não há desconfiança, há sim desinformação e confusão e o grupo Volkswagen tem tentado de tudo para dar a informação correta", sublinhou.

Ao lançar hoje a nova geração dos modelos A4 e A4 Avant, Licínio Almeida acredita que, como no passado, os dois modelos vão ser fundamentais para o desempenho da marca em 2016, onde espera vender mais de 3.000 unidades.

"O modelo A4 tem sido um pilar para a organização da Audi", explicou, adiantando que esta tipologia de carro existe há mais de 40 anos e que "permitiu fazer crescer a marca Audi para nível mundial, representando 20% a 25% das vendas".

Lusa

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