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Dívida pública baixa na zona euro, Portugal com 3ª maior subida

A dívida pública na zona euro baixou para 91,6% do PIB no terceiro trimestre de 2015, com Portugal a registar a terceira maior subida na comparação em cadeia, divulga o Eurostat.

Ao nível da União Europeia, as estimativas do Eurostat apontam para  um excedente de 3,4 mil milhões de euros em novembro, contra os -3 mil milhões  observados em novembro de 2012 (EPA/ Arquivo)

Ao nível da União Europeia, as estimativas do Eurostat apontam para  um excedente de 3,4 mil milhões de euros em novembro, contra os -3 mil milhões  observados em novembro de 2012 (EPA/ Arquivo)

JULIEN WARNAND

A dívida púbica da zona euro baixou 0,7 pontos percentuais no terceiro trimestre de 2015 face aos 92,3% do período homólogo de 2014 e do segundo trimestre de 2015.

Já na União Europeia (UE), a dívida pública foi de 86,0% do Produto Interno Bruto (PIB), que compara com os 86,9% do período entre julho e setembro de 2014 e os 87,7% do segundo trimestre de 2015.

Face ao segundo trimestre de 2015, a dívida pública subiu em sete Estados-membros, com os maiores aumentos a serem registados na Eslovénia (3,3 pontos percentuais), na Grécia (2,1 pontos) e em Portugal (1,9 pontos).

Portugal tem, com 130,5% do PIB, a terceira maior dívida pública da UE, depois da Grécia (171,0%) e de Itália (134,6%).

As maiores quebras foram observadas na Irlanda (-2,7 pontos percentuais), em Itália (-1,4 pontos), na Bulgária (-1,3 pontos) e na Finlândia (-1,2 pontos).

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, os títulos de dívida (72,8%) são a principal componente da dívida pública da zona euro, seguindo-se os créditos (16,1%).

Na comparação com o terceiro trimestre de 2014, o rácio da dívida pública teve as maiores descidas na Irlanda (-13,2 pontos percentuais), na Grécia (-6,6 pontos), na Letónia (-4,8 pontos) e na Dinamarca (-4,6 pontos).

As principais subidas foram registadas na Eslovénia (6,2 pontos percentuais) e em Chipre (4,1 pontos).

Em Portugal, o rácio da dívida face ao PIB caiu 1,8 pontos percentuais na comparação homóloga.

Lusa

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