sicnot

Perfil

Economia

Santos Silva diz que horário de 35 horas não implicará encargos orçamentais adicionais

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, disse hoje no parlamento que a adoção, a partir de julho, do horário de trabalho de 35 horas semanais não implicará encargos orçamentais adicionais, "como resulta do compromisso do Governo".

Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

Ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva.

ESTELA SILVA/ LUSA

"Há formas de organizar os serviços e o Ministério dos Negócios Estrangeiros já está a prepará-las de modo a que a passagem para o horário das 35 horas signifique melhor aproveitamento dos horários de atendimento e dos horários de trabalho dos funcionários sem que daí recorra por si só encargo orçamental", declarou o ministro na Assembleia da República, no âmbito da discussão na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2016.

Santos Silva acrescentou que é "o compromisso do Governo como um todo" que a redução para 35 horas de trabalho seja aplicada "sem daí recorrer exigência orçamental".

Lusa

  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.