sicnot

Perfil

Economia

BPI "não reconhece a versão dos factos apresentada" pela Santoro Finance

O BPI respondeu à versão apresentada por Isabel dos Santos para o falhanço das negociações sobre o banco. Em comunicado à CMVM, o BPI esclarece desde logo que "não reconhece a versão dos factos apresentada". O banco liderado por Fernando Ulrich garante que houve acordo entre os dois maiores acionistas, ao contrário do que afirma a Santoro Finance, da empresária angolana.

© Rafael Marchante / Reuters

No documento o Banco BPI reafirma que lhe foi comunicado pela Santoro Finance e pelo CaixaBank, em 10 de Abril, que 'se encerraram com sucesso', naquele dia, as negociações que envolveram aquelas entidades com o objectivo de "encontrar uma solução para a situação de incumprimento pelo Banco BPI do limite dos grandes riscos". O banco acusa ainda a Santoro Finance de ter "desrespeitado o que tinha acordado" em relação a obrigações que apenas diziam respeito à própria santoro.

Noutro comunicado emitido ao início da tarde pela "holding" de Isabel dos Santos é afirmado que "o acordo entre Santoro e CaixaBank nunca foi finalizado", pelo que "é falso ter existido qualquer quebra do acordo da parte da Santoro".

O BPI desmente ainda que tenha faltado a uma reunião agendada com o Banco Nacional de Angola, como refere a filha do presidente angolano: "Tal reunião nunca foi solicitada pelo BNA e nunca esteve, portanto, agendada".

Em causa está o controlo da instituição bancária portuguesa, discutida entre o grupo Santoro, de Isabel dos Ssntos, e os espanhóis do CaixaBank.

  • Negócios do fogo
    22:00
  • "Não podemos gastar o dinheiro e depois os filhos e os netos é que pagam"
    2:05

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares analisou esta segunda-feira, no habitual espaço de comentário no Jornal da Noite, o reembolso antecipado ao FMI. O comentador da SIC defendeu que seria mais vantajoso se Portugal reembolsasse mais depressa, antes da subida das taxas de juro. Miguel Sousa Tavares considerou ainda que o reembolso da dívida é uma boa notícia, pois seria "desleal" deixar a dívida para "os filhos e os netos" pagarem.

    Miguel Sousa Tavares

  • Os efeitos da tempestade Ana em Portugal
    1:43
  • Porque têm as tempestades nomes?
    0:49

    País

    As tempestades passaram a ter um nome, partilhado pelos serviços de meteorologia de Portugal, França e Espanha. Nuno Moreira, chefe de divisão de previsão meteorológica do IPMA, foi convidado da Edição da Noite da SIC Notícias para explicar que este método é também uma forma de sinalizar a dimensão das tempestades.

  • Fortes nevões no norte da Europa
    0:59

    Mundo

    A tempestade Ana não causou apenas estragos em Portugal, mas também na Galiza, com a queda de árvores e cheias nas zonas ribeirinhas. No norte da Europa, as baixas temperaturas provocaram fortes nevões e paralisaram a Grã-Bretanha, com voos cancelados, escolas fechadas e estradas cortadas.

  • "De repente ele estava em cima de mim a beijar-me e a apalpar-me"
    2:43