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PCP acusa Bruxelas de condicionar opções tomadas por um país soberano

PCP acusa Bruxelas de condicionar opções tomadas por um país soberano

Sobre a Comissão Europeia exigir mais austeridade, o PCP fala na tentativa de Bruxelas "condicionar" as decisões de um país soberano e de querer que Portugal volte a aplicar uma política de exploração.

  • Portugal terá de apresentar medidas adicionais de mais de 700 M€
    0:47

    Economia

    A Comissão Europeia exige que o défice deste ano baixe para os 2,3% do PIB. Pelas contas de Bruxelas, isto implicará um esforço adicional de 4 décimas, ou seja, as medidas a apresentar deverão valer mais de 700 milhões de euros. Ficam também definidas novas metas para a redução do défice estrutural. Foram anunciadas pelo vice-presidente da Comissão Europeia, que diz que este pacote de medidas adicionais não será determinante para a decisão sobre as sanções, que levará apenas em conta o défice de 2015.

  • BE denuncia "jogo" da parte da Comissão Europeia
    1:10

    Economia

    O Bloco de Esquerda diz que é "perverso" que a Comissão Europeia exija sanções que vão no mesmo sentido da austeridade. A deputada Mariana Mortágua denuncia ainda um "jogo" por parte de Bruxelas, por adiar o anúncio de eventuais medidas para depois das eleições em Espanha.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.