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Consultas para turistas e 32 postos de praia no plano de saúde algarvio da época balnear

Consultas para turistas portugueses e estrangeiros nos centros de saúde, fora do horário de atendimento normal aos utentes locais, e 32 postos de praia integram o plano da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve para a época balnear.

A illha da Fuseta recebeu a Bandeira Azul

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O presidente deste organismo, João Moura Reis, explicou, em declarações à Lusa, que estas consultas exclusivas para turistas são realizadas em regime de trabalho extraordinário por médicos em centros de saúde dos três agrupamentos da região (Central, Barlavento e Sotavento).

Como o atendimento vai ser feito fora do horário normal dos serviços, sublinhou, "não há diminuição do atendimento nem do horário aos utentes algarvios".

"Vai servir para disponibilizar consultas às pessoas que nos visitam e precisam de cuidados de saúde, seja por doença aguda, mas não por urgência/emergência, ou de outros cuidados necessários para apoiar doenças crónicas", acrescentou.

No âmbito do plano de verão da ARS, em vigor até 15 de setembro, os 32 postos de praia espalhados por todo o Algarve funcionam, tal como no ano passado, com a colaboração da Cruz Vermelha e com um enfermeiro de serviço.

"Portanto, desde as 10:30 às 19:30, isto [os postos de praia] dá resposta a situações que possam ser tratadas no local. Em caso de necessidade, são transferidas" para outras unidades de saúde, mas já com a triagem feita na praia o e encaminhamento para a unidade mais adequada ao caso, precisou João Moura Reis, frisando que "os postos de praia têm evitado a ida de 10 mil pessoas às urgências".

Na quarta-feira, arranca a época balnear em grande parte das praias portuguesas, embora algumas a tenham já iniciado em maio, como as de Albufeira, no Algarve, ou Cascais, no distrito de Lisboa.

O chefe do Departamento Marítimo do Sul, Paulo Isabel, afirmou que está tudo a postos para a época balnear, tendo os concessionários de praia apresentado os contratos dos dois nadadores-salvadores necessários por cada 100 metros, embora este processo administrativo tenha depois de ser confirmado localmente.

"Vamos ver agora no dia 01 [quarta-feira] como é que as coisas estão. Isto porque às vezes tudo parece bem e existem contratos assinados, mas as pessoas não aparecem. Mas, para já, diria que, mesmo que não estejam todos, não tenho nenhuma situação que nos provoque alarme em termos de início da época balnear", assegurou.

Paulo Isabel lembrou que cabe aos titulares das concessões "garantir a segurança balnear", com a contratação de nadadores-salvadores ou a criação de planos de salvamento que agrupem várias concessões.

"Também existem os planos integrados de salvamentos, que de alguma forma permitem que alguns concessionários se consigam organizar, juntar e criar um plano que, através de meios suplementares (uma moto-quatro, etc.), consiga articular o salvamento numa área maior, com menos meios humanos mas mais recursos materiais", explicou.

Lusa

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