sicnot

Perfil

Economia

Venezuela envia dados ao FMI pela primeira vez em 12 anos

O Governo da Venezuela enviou os indicadores macroeconómicos sobre o país ao Fundo Monetário Internacional (FMI) após 12 anos de silêncio, informou a imprensa venezuelana na segunda-feira.

© Carlos Garcia Rawlins / Reute

Segundo o diário El Universal, citado pelo La Razón, o FMI solicitou na semana passada os números oficiais e o Governo de Nicolás Maduro aceitou fornecê-los.

Isto não acontecia desde 2004, quando o falecido Presidente Hugo Chávez mandou encerrar os escritórios do FMI na Venezuela e advogou, embora sem uma decisão firme, a saída do país da organização multilateral.

Nem o Banco Central da Venezuela nem o FMI se pronunciaram sobre a decisão do Governo venezuelano.

No início do ano, o Banco Central da Venezuela revelou que a inflação acumulada rondava os 180,9% e que o Produto Interno Bruto (PIB) se contraiu em 5,7% em 2015.

O deputado da Mesa da Unidade Democrática (oposição) e presidente da Comissão de Finanças, Alfonso Marquina, disse ao La Razón que a entrega de dados é uma reação desesperada de Maduro ao sentir-se asfixiado pela pressão interna e internacional.

"Pode ser um esforço para conseguir financiamento por essa via. A vantagem é que é um passo para acabar com a opacidade e falta de informação existente na economia da Venezuela e que faz com que estejamos no meio da incerteza", disse o deputado.

Lusa

  • Mação volta a enfrentar dias de pânico
    3:33
  • Cenário mais estável no Sardoal
    0:55

    País

    O presidente da Câmara do Sardoal, Miguel Borges, disse esta manhã que a situação está mais calma. No entanto, o autarca pede que não se desmobilizem os meios porque a situação pode mudar de forma imprevisivel. Miguel Borges alertou ainda para o cansaço dos bombeiros e agentes da Proteção Civil.

  • Detida no Brasil portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos
    3:04

    Mundo

    A Polícia do Rio de Janeiro deteve uma portuguesa acusada de várias burlas nos últimos 20 anos. Ana Resende fazia-se passar por funcionária do consulado e prometia vistos e outros documentos para tirar dinheiro das vítimas. Esta é a terceira vez que a polícia brasileira detém a portuguesa por acusações de burla.