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Setor público do Brasil regista maior défice de sempre

O setor público consolidado do Brasil, que inclui o governo federal, estados e municípios, registou um défice primário no primeiro semestre de 23,7 mil milhões de reais (6,5 mil milhões de euros), informou hoje o Banco Central.

Foi o pior resultado fiscal do país desde 2001, quando o Banco Central começou a compilar e divulgar este tipo de dados.

O fraco desempenho das contas públicas no país tem uma relação direta com a recessão da economia, que reduz as receitas provenientes dos impostos.

Sem conseguir alcançar um excedente primário, o Brasil aumenta o endividamento interno.

No mesmo período do ano passado houve um excedente de 16,2 mil milhões de reais (4,4 mil milhões de euros).

Em junho passado, o défice ficou em 10 mil milhões de reais (2,7 mil milhões de euros).

Esse também foi o pior resultado do país para o mês na compilação iniciada em dezembro de 2001, ultrapassando o défice de 9,3 mil milhões de reais (2,5 mil milhões de euros) registado em junho de 2015.

Em doze meses até junho deste ano o setor público consolidado soma um défice primário de 151,2 mil milhões de reais (41,8 mil milhões de euros), resultado equivalente a 2,51% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil.

A meta fiscal do país prevê um défice primário de até 163,9 mil milhões de reais (45,2 mil milhões de euros) nas contas públicas para este ano.

Lusa

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