sicnot

Perfil

Economia

Governo da Madeira recebe 500 mil euros do Santander Totta

​O presidente do Governo Regional da Madeira anunciou hoje, no Funchal, que o Banco Santander Totta vai atribuir à região autónoma um apoio de 500 mil euros, para a reconstrução das áreas danificadas pelos incêndios.

"Recebi um telefonema do senhor presidente do Banco Santander Totta, que deliberou atribuir ao Governo da Madeira, para a reconstrução e o apoio social, meio milhão de euros", disse Miguel Albuquerque, na sequência de uma visita às instalações da delegação regional da Cruz Vermelha.

O governante explicou que parte da verba vai ser aplicada imediatamente numa conta do Instituto de Habitação da Madeira e sublinhou que o realojamento das vítimas vai iniciar-se já esta tarde.

"Já estamos numa fase de reconstrução", salientou Miguel Albuquerque.

O realojamento vai começar pelos idosos e famílias numerosas e será, nesta fase, de caráter provisório, em fogos disponibilizados pelo Ministério da Justiça para situações de emergência.

O presidente do Governo Regional destacou também o "trabalho magnífico" dos 60 jovens voluntários da Cruz Vermelha e de 50 escuteiros que estão a trabalhar diariamente no apoio às vítimas dos incêndios que afetam a Madeira desde segunda-feira.

"Muitas vezes é fácil ser solidário na internet e mandar mensagens, mas estes são jovens que têm um espírito de missão, de serviço aos outros, e que estão desde a primeira hora no terreno", vincou.

Para ajudar financeiramente as vítimas dos incêndios, a delegação da Madeira da Cruz Vermelha abriu uma conta bancária (IBAN: PT50--00330000-45426331707-05) e anunciou que o dinheiro angariado destina-se exclusivamente a apoiar nos "aspetos da reconstrução e reequipamento" do material perdido.

Na terça-feira, a Cáritas Portuguesa abriu uma conta solidária com o nome "Cáritas ajuda a Madeira" (NIB: 0035 0697 0059 7240130 28) para agilizar o apoio de emergência necessário para as populações mais atingidas", referiu o presidente da instituição.

Já na quarta-feira, a Câmara Municipal do Funchal anunciou a criação de uma conta solidária para receber donativos, com o nome "Funchal Solidário - Incêndio de agosto 2016", no Banco Santander, (IBAN: PT50 0018 0003 4277 7599 0201 0).

Também o banco Millenium BCP abriu, na quarta-feira, uma conta de solidariedade "Millennium BCP - Solidário com a Madeira" com o IBAN (PT50 0033 0000 4552 0020 0300 5) para "angariar fundos de apoio para as vítimas dos incêndios" na Madeira, que funciona através de depósitos ou transferências bancárias e à qual doou 10 mil euros.

Neste momento, existem quatro contas bancárias abertas para apoiar a população afetada pelos incêndios da Madeira.

Lusa

  • Uma oferta inesperada vinda de Inglaterra para Albufeira
    2:36

    País

    Sabendo das limitações dos bombeiros portugueses, uma corporação inglesa ofereceu equipamentos avaliados em mais de 100 mil euros aos colegas de Albufeira. A oferta, além de inesperada, gerou uma onda de solidariedade da comunidade estrangeira junto das corporações algarvias.

  • 55 milhões de euros em prejuízos no Funchal

    País

    ​O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, estimou em 55 milhões de euros os prejuízos materiais nos bens privados e públicos no concelho provocados pelos incêndios que deflagraram desde segunda-feira.

  • Governo da Madeira cria fundo de apoio social para reconstrução de casas
    1:06

    País

    O presidente do governo regional da Madeira, Miguel Albuquerque anunciou a criação de um fundo de apoio de 163 mil euros para a reconstrução de habitações destruídas ou danificadas nos incêndios e para a reavaliação de alojamentos. Foi também criada uma linha telefónica de 24h para dar esclarecimentos e conselhos à população.

  • Marcelo saúda "forma rápida" como Conselho de Ministros "tratou de tudo"
    1:03

    País

    O Presidente da República lembra que é preciso convergência de forma a adotar rapidamente as medidas mais urgentes do plano de emergência. No concelho de Tábua, Marcelo Rebelo de Sousa destacou ainda os esforços do Conselho de Ministros, mas lembrou que as medidas anunciadas são apenas o início de um processo e não o fim.