sicnot

Perfil

Economia

BE quer que Portugal conte com um "banco público forte"

A deputada do Bloco de Esquerda (BE) Mariana Mortágua considerou esta quinta-feira que Portugal tem que ter um banco público forte, que garanta a estabilidade do sistema financeiro, pelo que apoia a injeção de capital na Caixa Geral de Depósitos (CGD).

"O mais importante é que Portugal tenha um banco público forte. Isso garante a estabilidade do sistema. Para tal tem que ter capital. É por isso que o Bloco de Esquerda não se opõe que o Estado use dinheiro público para capitalizar um banco público", destacou.

"Isto é muito diferente do que defender o uso de dinheiro público para capitalizar bancos privados", assinalou, durante a sua intervenção no debate sobre a CGD na comissão permanente da Assembleia da República.

Face às críticas da oposição (PSD e CDS) ao PS, ao Bloco de Esquerda e ao PCP, partidos que têm a maioria parlamentar e suportam o executivo de António Costa, Mortágua vincou que "o Bloco votou contra na altura de injetar dinheiro público no Banif, e que o PSD viabilizou".

A deputada bloquista realçou ainda que "o governo PSD/CDS injetaram dinheiro público no BES".

E acrescentou: "Mais uma vez não percebemos a posição do PSD sobre o valor da recapitalização. Se acham que o valor é excessivo é porque sabem quanto é que a CGD precisava. Então porque é que não fizeram a recapitalização".

Mortágua aproveitou a ocasião para apelar para que não haja despedimentos na CGD.

"Queremos uma CGD que não despeça funcionários", sublinhou, considerando que não podem ser repetidos os processos pelos quais passaram os trabalhadores do Novo Banco e do Banif, que na sua ótica foram "desrespeitados".

A deputada concluiu que "não podem ser os trabalhadores as vítimas deste processo" de reestruturação do banco estatal.

Lusa

  • Mação volta a enfrentar dias de pânico
    3:33
  • Fogo obrigou à evacuação de 6 aldeias do concelho do Sardoal
    1:56

    País

    O incêndio que chegou ao Sardoal obrigou à evacuação de seis aldeias. As pessoas foram encaminhadas para as instalações da Santa Casa da Misericórdia e vão regressando ao longo do dia de hoje. A A23 foi reaberta de madrugada, depois de ter estado várias horas cortada nos dois sentidos .

  • Ministra admite que a maioria dos incêndios começaram por mão humana
    1:57

    País

    A Ministra da Administração Interna admitiu esta quarta-feira que a maioria dos incêndios deste ano começaram por mão humana, mas Constança Urbano de Sousa entende que é cedo para tirar outras conclusões. Já o vice-presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Adelino Gomes, diz que não há duvidas e fala em terrorismo organizado. 

  • Sismo na região de Lisboa sentido num raio de 150km
    3:19