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Diretor financeiro da Oi demite-se e é substituído por membro da Pharol

O diretor de financeiro e relações com investidores da Oi, Flavio Nicolay Guimarães, demitiu-se e foi substituído por um elemento do conselho de administração da Pharol, antiga PT SGPS. A informação foi divulgada esta terça-feira através de um comunicado, no qual não são avançadas as razões para o pedido de demissão de Flavio Nicolay Guimarães.

Na nota, a empresa acrescenta que o conselho de administração elegeu para o cargo "Ricardo Malavazi Martins, o qual renunciou à sua posição de membro do conselho de administração da companhia".

Atualmente, Ricardo Malavazi Martins "é sócio da TPYX Assessoria Empresarial e membro dos conselhos de administração da Jereissati Participações S.A. e da Pharol SGPS, S.A., além de membro do Comité de Governança Corporativa da Câmara Americana de São Paulo desde 2003", lê-se no comunicado.

O economista já trabalhou em áreas económicas de instituições financeiras e foi direitor financeiro e de investimentos da Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) e diretor e consultor da Stratus Investimentos.

"Já atuou como membro do conselho de administração e/ou fiscal de diversas companhias e também como membro do Conselho Consultivo da ABVCAP [Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity] e da Comissão de Investimentos da ABRAPP [Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar]", segundo a Oi.

A empresa informou também hoje que Marcos Grodetzky renunciou ao cargo que mantinha no conselho de administração, sem avançar as razões.

A demissão ocorreu numa altura em que o acionista minoritário, Société Mondiale, pedia a sua saída, bem como a de outros membros ligados à Pharol.

Estas duas saídas podem ser um sinal da evolução das negociações entre o Société Mondiale e a Pharol, segundo a imprensa brasileira.

A Pharol detém cerca de 27% da empresa, enquanto o fundo brasileiro Société Mundiale conta com 7%.

A Oi vive momentos de incerteza, depois de ter apresentado um pedido de recuperação judicial, por não ter conseguido negociar a sua dívida de 65,4 mil milhões de reais (17,556 mil milhões de euros).

O plano de recuperação judicial apresentado na semana passada, para tentar contornar a falência, não agradou ao grupo de credores representado pela Moelis & Company, detentor de 40% dos títulos de dívida da Oi.

Lusa

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