sicnot

Perfil

Economia

Trump escolhe advogado de Wall Street para liderar regulação do mercado bolsista

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, escolheu esta quarta-feira o advogado Jay Clayton, ligado a interesses empresariais na bolsa nova-iorquina, para liderar a autoridade reguladora do mercado bolsista e financeiro (SEC, na sigla em Inglês).

Clayton, sócio da firma de advocacia Sullivan and Cromwell, tem grande experiência em fusões de empresas e organização de lançamento de títulos.

Se for confirmado pelo Senado, as suas responsabilidades vão incluir a garantia da aplicação das regras da SEC feitas sob a lei de 2010 que reconfigurou a regulação financeira depois da crise de 2008-09.

A lei, designada por Dodd-Frank, dos nomes dos seus autores, há muito que é atacada pelos republicanos e está nas prioridades de Trump.

Clayton trabalhou em muitos negócios regulados pela SEC e representou importantes operadores em Wall Street, incluindo Goldman Sachs e Barclays.

Clayton é a mais recente escolha de Trump com ligações a Wall Street. O seu nomeado para a Secretaria do Tesouro, Steven Mnuchin, é um antigo dirigente do Goldman Sachs, onde também foi buscar o presidente Gary Cohn para ser o seu principal conselheiro económico.

Também hoje foi conhecida a escolha de uma figura de um 'reality show' televisivo, mundo a que acedeu pela mão de Trump.

Omarosa Manigault foi hoje designada assistente presidencial e diretora de Comunicação do Gabinete de Relações Públicas, informou a equipa de Trump que está a gerir o período de transição entre presidências.

Manigault é um dos rostos mais conhecidos deste tipo de programas, desde que em 2004 se estreou no concurso "O Aprendiz", emitido pela televisão NBC, que era apresentado por Trump, conhecido então pelo seu império imobiliário.

A sua participação neste concurso foi tão marcante que lhe valeu a alcunha de 'a vilã'.

Hoje com 42 anos, Omarosa Manigault foi ordenada pastora da Igreja Baptista em 2012 e, no seu sítio na internet, designa-se por 'Reverenda Omarosa Manigault'.

Lusa

  • Congresso dos EUA entra em funções
    1:25

    Mundo

    O Partido Republicano norte-americano voltou atrás na proposta para diminuir os poderes do gabinete de ética, responsável por investigar conflitos de interesses dos políticos. A alteração à lei seria votada esta terça-feira na Câmara dos Representantes mas Donald Trump criticou a medida e os congressistas republicanos desistiram da ideia.

  • Seleção de sub-21 precisa de vencer a Macedónia

    Desporto

    A seleção portuguesa de futebol de sub-21 precisa, hoje, de vencer a Macedónia e de marcar pelo menos quatro golos para poder sonhar ainda com a presença nas meias-finais do Europeu da categoria, que decorre na Polónia.

  • O dia que roubou dezenas de vidas em Pedrógrão Grande
    3:47
  • Metade dos moradores de Sandinha recusaram sair das casas
    3:14
  • Habitantes de Várzeas tentam regressar à normalidade
    2:48
  • Corpos da tragédia em Pedrógão guardados em camião de alimentos
    8:11

    Tragédia em Pedrógão Grande

    Duarte Nuno Vieira, médico legista, esteve esta quinta-feira, na Edição da Noite, para comentar o que já foi feito e o que falta fazer em Pedrógão Grande, depois de ter sido atingido pelos incêndios. O presidente do Conselho Europeu de Medicina Legal defendeu que guardar os corpos das vítimas mortais num camião de alimentos foi uma "maneira de solucionar o problema da forma possível", visto que não há espaço no Instituto Nacional De Medicina Legal.

  • Trump volta a garantir que não tentou interferir na investigação do FBI
    0:17

    Mundo

    O Presidente dos EUA reitera que não tentou interferir na investigação do FBI em relação às alegadas interferências da Rússia nas eleições presidenciais. Questionado sobre as gravações das conversas que manteve com o ex-diretor da polícia de investigação, James Comey, Donald Trump prometeu esclarecimentos num futuro breve.

  • "A informação pode ter saído depois da hora do exame de Português"
    1:19

    País

    O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais diz que é preciso aguardar pelas conclusões do relatório sobre a alegada fuga de informação do exame nacional de Português. Jorge Ascensão defende que a investigação deve causar o mínimo de impacto aos alunos que realizaram a prova.