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Madeleine McCann

Livro americano sobre o desaparecimento de "Maddie" defende teoria de Gonçalo Amaral

A teoria de que Madeleine McCann não foi raptada voltará a ser impressa nas páginas de um livro, desta vez da autoria de Brian Johnson. Escrito em inglês, “Faked Abduction” (Falso Rapto, em português) defende que a teoria de rapto fio montada para esconder o que o livro alega ser a verdade sobre o que aconteceu a Madeleine. A publicação está programada para a Internet e para o mercado norte-americano antes do Natal e serve como resposta à proibição do livro de Gonçalo Amaral, “Madeleine, A Verdade da Mentira”.

Em declarações à SIC, um dos responsáveis pela publicação do livro e autor do site truthfornadeleine.com afirmou ter estado em negociações com o antigo inspector da PJ para a publicação do livro em solo norte-americano. "As negociações foram canceladas após a decisão do juiz português, por isso decidimos escrever um livro em inglês que é factual e não especulativo", defendeu o responsável conhecido como Stevo.



Segundo a mesma fonte, o título "Faked Abduction" é a conclusão de um trabalho profundo de investigação. O documento inclui ainda inúmeros excertos dos ficheiros da investigação levada a cabo pela PJ está já a ser traduzido para alemão para uma possível publicação internacional.



Segundo o autor, o livro "ilustra as inconsistências das várias testemunhas, as constantes alterações nas versões e a falta de cooperação policial por parte dos McCann e dos seus amigos, conhecidos como os Tapas 7". "Os McCann tentaram impedir as pessoas de publicarem a verdade sobre o caso (…) depois de lerem o livro, decidam por vocês mesmo se esta foi ou não um Falso Rapto", afirma Brian Johnson no texto de apresentação de "Faked Abduction".



O porta-voz de Kate e Gerry McCann afirmou não ter conhecimento do livro mas assegurou que qualquer tentativa de difamação enfrentará a justiça.

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