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Airbus cai nos Alpes

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Recomeçam as buscas nos Alpes franceses

As equipas de resgate em terra retomaram hoje as buscas pelos restos do avião da Germanwings, que se despenhou na terça-feira nos Alpes franceses quando efetuava o trajeto entre Barcelona e Düsseldorf.

© Jean-Paul Pelissier / Reuters

O primeiro-ministro francês diz que não se pode descartar nenhuma hipótese, na queda do A320, nos Alpes. A Lufthansa e os Estados Unidos rejeitam a tese de terrorismo.

 

Mas o chefe do governo de Paris, Manuel Valls, sugere que essa possibilidade não pode ser afastada - lembrando que as condições atmosféricas eram favoráveis e o aparelho tinha sido inspecionado na véspera.

 

O avião da Germanwings, com 150 pessoas a bordo, caiu numa zona a mais de 2 mil metros de altitude.

 

Assim que o sol nasceu na localidade de Seyne-les-Alpes, a poucos quilómetros do lugar do acidente e onde se encontram os serviços de resgate, o movimento de veículos intensificou-se a partir das 07:00 horas (06:00 em Lisboa),

 

O porta-voz do Ministério do Interior, Pierre-Henry Brandet, indicou que, neste momento, está a ser preparado o terreno para que se possa dar início aos voos de helicópteros.

 

Uma equipa de gendarmes (polícia militarizada) retomou a rota a pé até ao lugar, depois de, durante a noite, terem sido obrigados a parar devido à neve.

 

As autoridades consideram serem baixas as probabilidades de algum dos ocupantes do avião poder ser encontrado com vida.

 

As equipas de resgate tentam abrir caminho até à zona onde se encontram, quase pulverizados, os restos do Airbus A320.

 

As autoridades francesas organizaram um dispositivo em Seyne-les-Alpes para acolher os familiares das vítimas que queiram deslocar-se ao local.

 

Para hoje está também prevista a chegada ao local do Presidente francês, François Hollande, da chanceler alemã, Angela Merkel, e do primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy.

 

 Com Lusa

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