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Investimento militar não teve cativações, garante Governo

TIAGO PETINGA

O ministro dos Negócios Estrangeiros declarou hoje no Parlamento que não houve cativações orçamentais na área do investimento militar e recomendou que se evite precipitação na identificação das razões do roubo de material nos paióis de Tancos.

"Não há cativações na área do investimento militar. A Lei de Programação Militar não está sujeita a cativações", disse Augusto Santos Silva, que durante esta semana assume a chefia do Governo, na ausência do primeiro-ministro, António Costa, do país, que se encontra em gozo de férias.

Santos Silva respondia ao deputado do PSD Duarte Marques, durante uma audição na comissão parlamentar de Assuntos Europeus, que referiu que o Governo socialista fez "mil milhões de euros em cativações, o tal caminho alternativo para cumprir o défice" e que "deixaram este país mais inseguro e os serviços públicos mais depauperados".

"Assistimos a um colapso do Estado [Notes:com] este caminho alternativo que o PSD avisou que não era o correto", considerou o deputado social-democrata.

Na réplica, Santos Silva afirmou que "as razões para os acontecimentos ocorridos, designadamente em Tancos, estão a ser apuradas pelas autoridades em sede organizacional, em sede judicial, pelas autoridades competentes e essas razões serão conhecidas".

"Não recomendo nenhuma espécie de precipitação sobre a identificação dessas razões, sob pena de depois ter de dar o dito por não dito", advertiu.

O Exército divulgou na quinta-feira passada o furto de material de guerra de dois paiolins dos Paióis Nacionais de Tancos, no concelho de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém.

Na sexta-feira, o Exército acrescentou que entre o material de guerra roubado na quarta-feira dos Paióis Nacionais de Tancos estão "granadas foguete anticarro", granadas de gás lacrimogéneo e explosivos, mas não divulgou quantidades.

Lusa

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