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Passos manifesta "profunda dor" em carta enviada à família de português morto

​O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, escreveu este sábado uma carta à família do português morto nos ataques de sexta-feira em Paris, expressando "profunda dor e consternação" pela tragédia que "jamais será esquecida".

"Quero, neste momento de profunda dor e consternação, apresentar em meu nome pessoal, do meu Governo e do povo português, as mais sinceras condolências pelo trágico falecimento do senhor Manuel Colaço Dias, vítima de um dos hediondos ataques terroristas, ontem [sexta-feira] perpetrados na capital francesa", escreve Passos Coelho.

"Quero, neste momento de profunda dor e consternação, apresentar em meu nome pessoal, do meu Governo e do povo português, as mais sinceras condolências pelo trágico falecimento do senhor Manuel Colaço Dias, vítima de um dos hediondos ataques terroristas, ontem [sexta-feira] perpetrados na capital francesa", escreve Passos Coelho.

IAN LANGSDON / Lusa

"Quero, neste momento de profunda dor e consternação, apresentar em meu nome pessoal, do meu Governo e do povo português, as mais sinceras condolências pelo trágico falecimento do senhor Manuel Colaço Dias, vítima de um dos hediondos ataques terroristas, ontem [sexta-feira] perpetrados na capital francesa", escreve Passos Coelho, em missiva divulgada pelo seu gabinete.

Todo o povo português partilha com a família enlutada "o pesar e o luto que o momento exige, numa solidariedade assente nos mais elementares valores da dignidade humana", afiança o primeiro-ministro.

E prossegue: "Os nossos pensamentos e a nossa solidariedade estão hoje com a vossa família e com a grande comunidade portuguesa residente em França profundamente afetada por esta tragédia que todos repudiamos e que jamais será esquecida".

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) reivindicou hoje, em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram pelo menos 128 mortos, entre os quais um português, e 300 feridos, 80 em estado grave.

Oito terroristas, sete deles suicidas, que usaram cintos com explosivos para levar a cabo os atentados, morreram, segundo fontes policiais francesas.

Os ataques ocorreram em, pelo menos, seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde decorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.

A França decretou o estado de emergência e restabeleceu o controlo de fronteiras na sequência daquilo que o Presidente François Hollande classificou como "ataques terroristas sem precedentes no país".

Lusa

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