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Ataques em Paris

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Homem-bomba do Stade de France passou pela Grécia em outubro

Um homem-bomba que participou nos atentados de há uma semana em Paris foi controlado a 3 de outubro na Grécia, junto com outro que se misturou com os migrantes que fogem da Síria, revelou hoje a justiça francesa.

Michel Euler

O homem, citado numa declaração do promotor de Paris encarregado da investigação aos atentados, fez-se explodir na sexta-feira no Stade de France, na periferia norte de Paris.

De acordo com o comunicado, o homem-bomba foi "formalmente identificado como um indivíduo cujas impressões digitais correspondem às registadas durante um controlo realizado na Grécia a 3 de outubro".

Entretanto, o governo grego insurgiu-se hoje contra o Ministro do Interior francês, segundo o qual Abdelhamid Abaaoud, um dos alegados cabecilhas dos atentados em Paris, tinha passado recentemente pela Grécia.

Em comunicado, o governo grego afirma que não há evidências dessa presença e "lamenta" que o ministro Bernard Cazeneuve tenha afirmado que um "serviço de inteligência exterior à Europa" informou a França de que Abdelhamid Abaaoud passou por território grego.

"Até o momento, nenhuma autoridade tem a menor evidência que confirme essa afirmação, inteiramente baseada em artigos de jornais de janeiro", contesta a tutela grega, que solicita às autoridades francesas que "façam publicamente a correção apropriada".

Segundo fonte próxima da investigação aos atentados, as informações partiram da Turquia, tendo o ministro francês lamentado não ter recebido "nenhuma informação de países europeus" sobre a passagem de Abaaoud.

A possível ligação entre a Grécia e Abaaoud surgiu em janeiro, no âmbito de uma investigação belga que o visava.

Com base no material fornecido pelos belgas - um nome, uma foto e um número de telemóvel - foram feitas duas detenções em Atenas, mas não foi possível estabelecer relações entre Abaaoud e os detidos, tendo pelo menos um deles sido libertado.

Lusa

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