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Trabalhadores serão "preservados num momento inicial", diz gestor da Apollo aos sindicatos

O gestor Gustavo Guimarães, do grupo Apollo, que está em negociações para comprar a Açoreana, disse hoje ao SINAPSA que, "num momento inicial, os postos de trabalho são para serem preservados", admitindo saídas posteriores de parte dos 700 empregados.

(Lusa/ Arquivo)

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Tiago Petinga

A dirigente sindical Ana Rita Páscoa, do Sinapsa - Sindicato Nacional dos Profissionais de Seguros e Afins, reuniu-se hoje com Gustavo Guimarães, da seguradora Tranquilidade e do grupo norte-americano Apollo, para saber das condições em que está a ser negociada a compra da Apollo, que era do Banif, e do impacto nos trabalhadores.

Segundo disse à Lusa a responsável, o gestor assegurou que, "num momento inicial, os postos de trabalho é para serem preservados", mas admitiu que depois poderá haver saídas, quer tendo em conta a idade média de pessoas, quer por rescisões de mútuo acordo que venham a acontecer.

Questionado sobre o facto de a proposta da Apollo para comprar a Açoreana não ter uma cláusula que salvaguarda os postos de trabalho, Ana Rita Páscoa afirmou que o gestor considerou não "haver necessidade uma vez que a Apollo está a comprar o negócio e atrás dele vem tudo", caso dos trabalhadores.

Gustavo Guimarães acrescentou ainda na reunião, segundo a dirigente sindical, que a empresa precisa de ser capitalizada mas que os auditores ainda estão a apurar o valor em falta e que "já não são dezenas, são centenas de milhões de euros" que são precisos na companhia para assegurar a continuidade do negócio.

A semana passada a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) anunciou que foram estabelecidos os termos de um pré-acordo de venda e capitalização da Açoreana Seguros, que era do Banif, à norte-americana Apollo Global Management, deixando de fora para já as outras duas concorrentes, Caravela e a Allianz.

O objetivo final da Apollo será integrar a Açoreana na Tranquilidade, empresa que era do grupo BES e que comprou em início de 2015.

Neste processo os trabalhadores têm-se mostrado muito preocupados quanto aos 700 postos de trabalho, uma vez que o acordo não tem uma cláusula a garantir a sua salvaguarda e a Tranquilidade já tem 600 empregados.

A Açoreana pertencia ao grupo Banif e, com a resolução do banco em dezembro do ano passado, o Estado ficou com a parte da seguradora que era do banco, 47,7%, que está agora integrada na sociedade pública Oitante. O restante capital, 52,3%, é da Soil SGPS, sociedade dos herdeiros de Horácio Roque, que foi o fundador do Banif em 1988.

Lusa

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