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Caso CGD

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CGD gastou 20M€ no 1º semestre no programa de reformas antecipadas

A Caixa Geral de Depósitos gastou, no primeiro semestre, 20 milhões de euros no Plano Horizonte, para saída de trabalhadores através de reformas antecipadas, apesar de as contas esta quarta-feira divulgadas não revelarem quantos colaboradores saíram até junho.

Segundo o comunicado hoje divulgado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), nos primeiros seis meses do ano, os custos com pessoal caíram 0,7% em termos homólogos para 374,5 milhões de euros.

No entanto, diz o banco público, essa redução seria ainda maior - de 6% - se fossem excluídos os gastos com o Plano Horizonte, que ascenderam a 20 milhões de euros.

No entanto, a CGD não divulga nem as saídas de trabalhadores em reformas antecipadas nem o total de funcionários que tinha no final do primeiro semestre, pelo que não é possível comparar para saber quantos rescindiram.

O Plano Horizonte foi lançado em 2015 com vista à saída de trabalhadores por reformas antecipadas e o objetivo é que seja fechado este ano.

Só no ano de 2015 saíram da operação em Portugal 514 pessoas, com a 'fatia de leão' dos trabalhadores a ser referente ao Plano Horizonte.

Em fevereiro, o presidente executivo da CGD, José de Matos, disse aos jornalistas que, além dos mais de 300 trabalhadores que saíram em 2015 ao abrigo daquele plano, em 2016 ainda podiam sair ainda mais 700 no mesmo âmbito.

Quando apresentou os resultados do primeiro trimestre, a CGD revelou a saída de 103 colaboradores.

A CGD está em reestruturação e tem vindo a reduzir funcionários, tal como a maioria dos bancos, tendo o Governo já dito aos sindicatos que a redução de efetivos é para continuar e que entre 2017 e 2020 deverão ser cortados mais 2.500 postos de trabalho, através de reformas e rescisões antecipadas.

Lusa

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