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Nova administração da Caixa entra em funções a 31 de agosto

A nova equipa de gestão da Caixa Geral de Depósitos (CGD), liderada por António Domingues, vai entrar em funções no último dia deste mês, avançou esta quarta-feira o ministro das Finanças, Mário Centeno.

"A nova administração da CGD entrará em funções de facto a 31 de agosto. Há um período de transição até essa data e é isso que vai ocorrer com toda a certeza nos próximos dias", afirmou o governante durante uma conferência de imprensa dedicada ao processo de recapitalização do banco estatal.

De acordo com o ministro, o novo Conselho de Administração da CGD vai contar com uma "maioria de membros não executivos com reconhecida experiência empresarial e no setor (bancário), com experiência internacional".

Os órgãos sociais passarão a contar com um Conselho Fiscal, que trabalhará de perto com a Comissão de Auditoria, vincou Centeno, acrescentando que "caberá agora ao novo Conselho de Administração implementar o plano de negócios" aprovado por Bruxelas.

Um dos objetivos do Governo com a remodelação da governação do banco público é "criar condições de competitividade na gestão dos recursos humanos".

Aos trabalhadores, Centeno deixou uma "mensagem de tranquilidade" e apontou para a eliminação das restrições salariais e do fim do congelamento da progressão de carreiras.

O ministro disse que vai caber à nova gestão definir os moldes finais da reestruturação do banco, mas garantiu que o emagrecimento do quadro de pessoal vai ser feito através de "reformas antecipadas e rescisões por mútuo acordo num ambiente de paz social".

Mais, segundo Centeno, para os gestores "passa a haver limites remuneratórios, ao contrário do que acontecia no passado", quando os administradores tinham os seus vencimentos adaptados aos salários que auferiam nos anos anteriores a assumirem funções na CGD.

"Os gestores passarão a ser remunerados pelas suas funções atuais e não pelo que recebiam no passado", destacou.

Questionado sobre a polémica em torno das imposições do Banco Central Europeu (BCE) relativamente aos membros não executivos da administração, Centeno desdramatizou.

"O que o Governo disse desde o princípio e mantém é que o modelo de governação que se adapte aos desafios requer um número superior de membros não executivos no Conselho de Administração do que executivos", sublinhou.

"Temos quatro comissões que têm que funcionar de forma adequada. É preciso garantir o nível de independência dessas comissões e o controlo sobre a atividade da administração", disse, revelando que nas negociações que o executivo tem tido com os supervisores, tudo aponta para que o número total de elementos da administração seja de 17 pessoas.

Lusa

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