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Caso CGD

"Situação imperdoável no banco público"

"Situação imperdoável no banco público"

O PSD criticou esta terça-feira o Governo pela forma como está a tratar o dossiê da Caixa Geral de Depósitos, sublinhando ainda que o banco público parece estar a ser gerido por SMS e email. Os sociais-democratas acusam a esquerda de arrogância e prepotência ao não permitir que o ministro das Finanças e António Domingues fossem à comissão de inquérito.

  • PSD diz que situação da CGD está a ser gerida por SMS e email
    0:46

    Caso CGD

    O PSD já reagiu à troca de acusações entre António Domingues e o Governo por causa da saída do presidente da Caixa Geral de Depósitos. Os sociais-democratas dizem que o banco público tem estado a ser gerido por emails e mensagens, e que o facto do processo de recapitalização se iniciar sem uma nova administração em funções é prejudicial para a credibilidade do banco.

  • Troca de acusações entre Domingues e Finanças

    Caso CGD

    A troca de acusações está a subir de tom entre António Domingues e o Ministério de Mário Centeno por causa da saída imediata do presidente da Caixa Geral de Depósitos. Uma fonte ligada a António Domingues garante à SIC que o até agora Presidente nunca disse a Mário Centeno que não queria continuar em funções nos primeiros dias de 2017.

  • Paulo Macedo sem data marcada para tomada de posse da CGD
    1:39

    Caso CGD

    António Domingues não vai sair da liderança da Caixa Geral de Depósitos no final deste ano tal como estava definido. O Banco Central Europeu ainda não deu luz verde à nova equipa, liderada por Paulo Macedo e o presidente demissionário vai ter de ficar no banco até à tomada de posse da nova administração, que ainda não tem data marcada.

  • Atacantes de Barcelona "não estão a caminho da nossa fronteira"
    7:00

    Ataque em Barcelona

    O diretor da Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária esteve esta sexta-feira no Jornal da Noite para falar sobre o duplo atentado em Espanha. Luís Neves diz que o nível de ameaça em Portugal, perante os ataques, não foi alterado porque "não se detectou que tenha existido informação que possa colocar o nosso território em perigo".