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Caso CGD

Vieira da Silva defende Mário Centeno

Entrevista SIC Notícias

Vieira da Silva defende Mário Centeno

Vieira da Silva não encontra razões para a saída de Mário Centeno do Governo. O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social acusa a oposição de tentar desviar as atenções do que é realmente importante no caso da CGD.

  • "A hipocrisia política está presente neste caso do princípio ao fim"
    7:43

    Opinião

    O CDS-PP acusou esta quinta-feira o ministro das Finanças de ter mentido na comissão de inquérito à Caixa Geral de Depósitos. Os centristas dizem que Mário Centeno pode ter cometido perjúrio e, por isso, arriscar-se a sanções penais. Em reação, o Ministério das Finanças acusou o CDS de tentativa de assassinato de caráter do ministro. O tema esteve em análise no Jornal da Noite, por José Gomes Ferreira e Bernardo Ferrão.

  • Um problema chamado Centeno?
    2:48

    Caso CGD

    Desde o início que a gestão do processo da Caixa Geral de Depósitos deixou o ministro das Finanças debaixo de fogo. Contudo, a polémica sobre as acusações do CDS-PP não foi o único caso em que Mário Centeno esteve em foco.

  • CDS acusa ministro das Finanças de "quebra de verdade"
    1:09

    Caso CGD

    O CDS/PP acusa o ministro das Finanças de quebra de verdade, quando disse que não existem comunicações dirigidas à anterior administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) sobre a questão das declarações de rendimentos. Os centristas perguntam a Mário Centeno se não quer voltar atrás no que disse. O porta-voz do partido João Almeida lembra que há consequências penais de mentir a uma comissão de inquérito.

  • Porque é que Melania e Ivanka vestiram preto para conhecer o Papa

    Mundo

    Melania e Ivanka chegaram ao Vaticano de preto, uma escolha muito questionada. De vestidos longos e véus, as mulheres Trump seguiram assim o dress code aconselhado nas audiências com o Papa. Também Michelle Obama usou uma vestimenta do género, em 2009, quando visitou Bento XVI.

  • Escola de Vagos castiga alunos por protesto contra a homofobia e preconceito

    País

    Os alunos da Escola Secundária de Vagos, no distrito de Aveiro, organizaram um protesto contra o que consideram homofobia e preconceito. Segunda-feira, depois de duas alunas se terem beijado foram chamadas à direção da escola, que as terá informado que não podiam beijar-se em público. O protesto foi gravado e partilhado nas redes sociais. Em declarações à SIC Notícias, um dos alunos disse que todos os envolvidos no protesto vão ser alvos de um processo disciplinar. O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos ao Ministério da Educação.

    EXCLUSIVO

    Rita Pedras