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Crise Migratória na Europa

Amnistia Internacional homenageia vítimas do Mediterrâneo hoje junto ao rio Tejo

A Amnistia Internacional homenageia hoje, no Cais das Colunas, em Lisboa, os que morreram a atravessar o Mediterrâneo, apelando, uma vez mais, aos líderes europeus para que lancem uma operação de busca e salvamento em larga escala naquela zona.

© Rafael Marchante / Reuters

A iniciativa a Amnistia Internacional Portugal (AI) está marcada para as 18:30 horas, junto ao Cais das Colunas, onde serão lançadas flores à água, numa cerimónia que será antecedida por uma marcha lenta, que se inicia com uma concentração no Rossio às 17:30 horas.

"É uma homenagem a quem perdeu a vida às portas da Europa, um gesto de solidariedade para os que sobrevivem e que agora mesmo atravessam as perigosas águas do Mediterrâneo", adianta a AI em comunicado.

Lembrando que todos os dias "chegam alertas do mar Mediterrâneo" de barcos em perigo com centenas de pessoas a bordo, a AI pretende também com esta iniciativa renovar o apelo "aos líderes europeus para que ouçam o clamor que se espalha pelo mundo inteiro: basta de retórica, de promessas vãs e de medidas que apenas servem para salvar a cara".

"Para salvar vidas é precisa uma operação humanitária em larga escala, com navios, meios aéreos e recursos, que permitam levar as operações de busca e salvamento até ao alto mar, onde milhares de migrantes e refugiados estão a morrer na travessia do Mediterrâneo", prossegue a organização de defesa dos direitos humanos.

A AI tem em curso, desde 20 de março de 2014, a campanha "SOS Europa, as pessoas acima das fronteiras", iniciativa de "pressão global para que a União Europeia mude as políticas de migração e asilo".

 A esta campanha está associada uma petição que conta já com 7.700 assinaturas em Portugal, segundo a AI.

Só no ano passado, vários milhares de pessoas morreram a tentar chegar à Europa através do Mediterrâneo, naquela que as Nações Unidas descreveram como uma das rotas mais perigosas do mundo.

Cerca de 170 mil pessoas chegaram a Itália em 2014 depois de resgatadas pela marinha, guarda costeira ou navios mercantes. 

Desde o início deste ano terão já morrido 1.700 pessoas no Mediterrâneo.



Lusa
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