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Autoridades de Munique dão boas-vindas a centenas de refugiados

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As autoridades políticas e religiosas de Munique deram as boas-vindas a várias centenas de refugiados na estação ferroviária da cidade alemã, os primeiros de um grupo que se espera ultrapasse hoje as 7.000 pessoas.

NICOLAS ARMER

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SVEN HOPPE

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O cardeal Reinhard Marx e o líder da Igreja Protestante Heinrich Bedford-Strohm saudaram pessoalmente e trocaram palavras com alguns dos recém-chegados, que foram aplaudidos por muitos habitantes da cidade na estação.

"Podemos enfrentar este repto", disse o presidente da câmara de Munique, Dieter Reiter, que também acorreu à estação de comboios, bem como a ministra da Integração bávara, Emilia Müller.

Segundo dados do diário Münchner Merkur, a meio da tarde, tinham chegado à cidade cerca de 850 refugiados procedentes da Hungria, em comboios que viajaram com destino à Alemanha atravessando a Áustria.

"Tínhamos de enfrentar uma situação de emergência", disse hoje um porta-voz do Governo alemão, justificando a decisão de Viena e Berlim de autorizar expressamente que os refugiados entrassem nos seus países.

Em Munique, as pessoas reagiram com uma vaga de doações de roupa que fez com que, durante a tarde, se anunciasse que já não eram necessárias mais e que o que se pedia era voluntários para ajudarem a distribuí-las.

Muitos espontâneos acorreram também à gare com letreiros de boas-vindas e aplaudiram os refugiados quando estes saíram dos comboios.

Um ativista neonazi, acompanhado de um pequeno grupo, quis proferir um discurso contra o afluxo de refugiados, mas foi silenciado pelos restantes cidadãos.

A Alemanha distribuirá os migrantes que chegarem hoje ao seu território seguindo o sistema de quotas fixado na chamada Fórmula de Königstein, que tem em conta tanto a população como as receitas fiscais dos 16 estados federados do país.

De acordo com este sistema, atualmente o estado federado que mais refugiados recebe é a Renânia do Norte-Vestefália, seguido da Baviera.

O sistema foi originalmente criado em 1949, para estabelecer os contributos para o financiamento de instituições de investigação à exceção das universidades, mas posteriormente foi aplicado a outras matérias em que é necessário dividir encargos entre os estados federados.

Desde 2005, a Fórmula de Königstein aplica-se também à distribuição de refugiados entre os 16 estados federados.

Lusa

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