sicnot

Perfil

Refugiados na Europa

Refugiados na Europa

Crise Migratória na Europa

Mais de 23.000 refugiados entraram na Hungria nos últimos três dias

As autoridades húngaras intercetaram 23.001 refugiados que entraram no país de forma ilegal entre sexta-feira e domingo, elevando o número total de entradas nesse ano a 357.000, informou hoje a polícia húngara.

© Leonhard Foeger / Reuters

No domingo, o número de refugiados a entrar no país foi de 7.879, tendo entrado na sua maioria através da fronteira com a Croácia, mas o maior fluxo registado até ao momento foi a 23 de setembro, quando as autoridades intercetaram 10.046 pessoas.

A grande maioria desses migrantes, que estão a fugir dos conflitos no Médio Oriente, não permanecem na Hungria, continuando a viagem até aos países europeus mais ricos, principalmente a Alemanha, aonde esperam obter asilo.

A Hungria encerrou a sua fronteira com a Sérvia no dia 15 de setembro, desviando assim a rota dos refugiados para a Croácia, país que por sua vez transporta essas pessoas até à fronteira com a Hungria, que facilita o transporte até à Áustria.

No entanto, Budapeste espera também fechar a sua fronteira com a Croácia nas próximas semanas, a fim de acabar com a movimentação de migrantes, por isso, é esperado um novo desvio na rota dos refugiados, que passaria pela Eslovénia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro, Péter Szijjártó, anunciou na semana passada que o grupo de Visegrado (formado por Hungria, Polónia, República Checa e Eslováquia) cooperará com Budapeste na defesa das suas fronteiras, enviando soldados e polícias ao país.

Szijjártó declarou ainda que os detalhes desse acordo serão concretizados na próxima reunião do Conselho Europeu, agendada para quinta e sexta-feira, em Bruxelas.

Lusa

  • "É preciso despartidarizar o sistema de Proteção Civil", diz Duarte Caldeira
    2:47
  • Homem morreu ao tentar salvar animais das chamas
    2:30
  • Arcebispo de Braga pede responsabilidades pelos incêndios
    1:40

    País

    Braga também sofreu um dos mais violentos incêndios dos últimos anos. O fogo descontrolado atravessou várias freguesias e destruiu duas empresas. A igreja, pela voz do arcebispo de Braga, pede ação e o apuramento de responsabilidades, face a esta calamidade.

  • "Estou a ficar sem água, vai ser um trabalho inglório"
    1:06