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Cerca de 4 mil famílias transferidas para territórios na zona oeste de Alepo

Cerca de 4 mil famílias deslocadas, retidas entre a fronteira da Síria e da Turquia, vão ser transferidas para outras partes do território sírio sob controlo rebelde, disse hoje o porta-voz do Conselho da Província Livre de Alepo.

As 4 mil famílias deslocadas são da zona norte de Alepo, como Hreitan, Banuiun ou Hian.

As 4 mil famílias deslocadas são da zona norte de Alepo, como Hreitan, Banuiun ou Hian.

© Abdalrhman Ismail / Reuters

Numa conversa telefónica com a agência espanhola EFE, Abu Zaer al Halabi sublinhou que a sua organização, que está encarregue de administrar as áreas em Alepo controladas pela oposição, e o Partido da União Democrática (PYD, nas siglas em curdo), principal formação política do Curdistão, acordaram essa medida para aliviar a pressão na fronteira.

A mesma fonte destacou que os deslocados vão ser conduzidos para zonas na parte oeste de Alepo e da vizinha província de Idleb sob domínio do Exército Livre Sírio (ELS), através do enclave curdo-sírio de Afrín, nas mãos do PYD.

"A maioria dos deslocados são mulheres, crianças e idosos. Organizações turcas estão a construir campos de refugiados na parte síria da fronteira, mas noa vão ser suficientes, por isso, alcançámos este acordo", adiantou Abu Zaer al Halabi.

Este dirigente adiantou que os deslocados são pessoas que fugiram das suas casas, em localidades como Hreitan, Banuiun ou Hian, na zona norte de Alepo, quase sem nada.

"Precisam de tudo, desde comida e roupa, sobretudo", sublinhou.

Desde há uma semana que a Turquia fechou completamente a passagem de Bab al Salama, onde se concentram dezenas de milhares de pessoas à espera de poder cruzar o país vizinho.

Estes deslocados tentam escapar da violência no norte de Alepo, onde o exército sírio iniciou na segunda-feira da semana passada uma ofensiva para recuperar o controlo de várias povoações.

Lusa

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