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Crise Migratória na Europa

Autoridades francesas retiram 1.850 migrantes de acampamento em Paris

As autoridades francesas retiraram hoje 1.850 migrantes de um acampamento num parque de Paris onde as condições pioraram depois de um dos meses de maio mais chuvosos de que há registo.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Charles Platiau / Reuters

O governo regional de Paris disse que a operação foi uma das maiores da capital onde foram crescendo, nos últimos meses, acampamentos improvisados. França tem lutado para acomodar requerentes de asilo.

Os migrantes foram levados de autocarro para 60 diferentes centros de acolhimento da região de Paris, naquela que foi a 23.ª evacuação do último ano.

A presidente da câmara de Paris, Anne Hidalgo, disse à rádio Europa 1 que tinham sido contadas 1.300 pessoas no domingo - maioritariamente afegãos, sudaneses e eritreus - mas os números subiram quando se espalhou a notícia de que iam ser realojados.

O acampamento já tinha sido evacuado há um mês.

"Nunca pensei que ia passar as minhas primeiras noites em Paris na rua", disse Ali, um professor de inglês de 28 anos da Somália, ansioso por tomar um banho, comer e ter uma boa noite de sono, assim que chegasse ao centro de acolhimento.

"A sério, foi horrível, as pessoas estavam doentes, as casas de banho estavam a abarrotar", disse.

Na semana passada, Hidalgo disse que queria criar um campo de refugiados em Paris para dar mais condições aos requerentes de asilo e para facilitar a pressão nos centros habitacionais já cheios.

Já o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, disse que França ia receber 400 refugiados por mês da Grécia como parte do acordo de deslocalização da UE assinado no ano passado.

Em setembro, os estados da UE assinaram um acordo para dividirem 160.000 refugiados. A Europa lida com uma crise migratória sem precedentes com mais de um milhão de chegadas no ano passado.

No entanto, quase não houve progresso, com menos de 1% dos migrantes redistribuídos até agora.

No acordo, França concordou em alojar 30.000 refugiados, mas até agora apenas 500 foram recebidos. Mesmo que fossem 400 por mês, ainda estaria longe das suas obrigações.

Lusa

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