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Guiné-Conacri e Serra Leoa reforçam e estendem emergência sanitária

A Guiné-Conacri e a Serra Leoa reforçaram e estenderam a emergência sanitária nos dois países até ao final de junho com o objetivo de erradicar a epidemia do Ébola, informaram hoje os media locais.

(Reuters/ Arquivo)

(Reuters/ Arquivo)

© Baz Ratner / Reuters

O Presidente da Guiné-Conacri, Alpha Condé, informou sobre estas medidas na noite de sábado, através de um comunicado, depois de se ter reunido com o Presidente de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, para abordar a luta conjunta contra a doença.

A Libéria, um dos países mais afetados pela epidemia, foi declarada a 09 de maio livre do Ébola, mas a Guiné-Conacri e a Serra Leoa continuam a registar mortes devido ao vírus.

Por isso, informou o portal Guinéematin, os dois líderes acordaram reforçar as medidas de emergência e estendê-las até 30 de junho, numa estratégia conjunta para pôr fim ao surto de Ébola.

Entre as medidas, estão a restrição de movimentação em algumas áreas onde a epidemia persiste, reduzir ao máximo o número de pessoas em cerimónias e rituais de luto, assim como a supervisão de todos os enterros por parte da Cruz Vermelha.

"Qualquer pessoa que esconda doentes ou cadáveres será considerada criminosa", advertiu o comunicado governamental.

No final de março, o Presidente da Guiné-Conacri, país que foi o epicentro do surto de Ébola, já havia reforçado as medidas de emergência sanitária durante 45 dias em cinco departamentos e na capital.

Desde o início do surto de Ébola, há mais de um ano, confirmaram-se mais de 27 mil casos e mais de 11 mil mortes pela doença, sendo quase a totalidade nestes três países africanos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.


Lusa


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