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Daesh

Estado Islâmico aceita Boko Haram

Estado Islâmico aceita Boko Haram

O movimento do Estado Islâmico aceitou a promessa de lealdade feita pelo grupo extremista nigeriano Boko Haram. Numa gravação, o porta-voz dos jihadistas sublinha que o califado foi agora ampliado até à África Ocidental e incentiva combatentes estrangeiros a juntaram-se ao Boko Haram.

  • Da Al-Qaeda do Iraque ao Daesh

    Daesh

    Daesh é a mais recente denominação de um grupo radical islâmico (sunita) que pretende instituir um califado – um Estado dirigido por um único poder político e religioso regulamentado pela lei islâmica, a Sharia. Ainda limitado ao território conquistado à Síria e ao norte e oeste do Iraque, promete expandir-se e “quebrar as fronteiras” da Jordânia e do Líbano e “libertar” a Palestina. É liderado por Ibrahim Awad Ibrahim Ali al-Badri al-Samarrai, conhecido como Abu Bakr al-Baghdadi, desde 2010, altura em que se chamava Al-Qaeda do Iraque e depois Estado Islâmico do Iraque. Em abril de 2013 o nome do grupo foi alterado para Daesh - Estado Islâmico do Iraque e Levante (ISIL em português, ISIS em inglês), quando agrupou a Al-Qaeda do Iraque e um ramo dissidente do grupo sírio Frente al-Nusra, constituído para combater o Presidente sírio Bashar al-Assad. A designação Estado Islâmico é anunciada em Junho de 2014 com a instituição do autodenominado califado e al-Baghdadi é proclamado califa Ibrahim.

  • Caixa multibanco assaltada em Portugal a cada dois dias
    2:43

    País

    O semanário Expresso conta que a mulher que morreu vítima de um disparo de agentes da PSP foi atingida pelas costas. O caso está a ser investigado pela PJ, que procura encaixar as peças da noite que acabou com uma morte inocente mas que começou com uma perseguição a um grupo de assaltantes de um multibanco. Assaltos que são cada vez mais comuns e que preocupam o Governo. A cada dois dias, uma caixa é assaltada.

  • Metro de Lisboa vai reduzir consumo de água

    País

    O Metro de Lisboa colocou em prática um programa para reduzir o consumo de água devido à situação de seca em Portugal, respondendo assim ao apelo do Ministério do Ambiente, segundo um comunicado divulgado este sábado.