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Estado Islâmico reivindica atentado de Tunes

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou o ataque de quarta-feira contra um museu de Tunes, em que morreram 21 pessoas, numa mensagem áudio divulgada hoje.

Expansão do Estado Islâmico, acontecimento de 2014

Expansão do Estado Islâmico, acontecimento de 2014

© STRINGER Iraq / Reuters

Na mensagem, o grupo jihadista ameaça lançar mais ataques: "O que viram foi só o princípio. Não vão ter nem segurança nem paz".

Qualificando o atentado como um "ataque bendito contra um dos focos dos infiéis na Tunísia muçulmana", a voz da gravação afirma que ele foi cometido por "dois cavaleiros do califado, Abu Zakaria al-Tounisi e Abou Anas al-Tounisi".

Os atacantes tinham "armas automáticas e granadas" e "conseguiram cercar um grupo de cidadãos dos países cruzados (...) semeando o terror no coração dos infiéis".

As autoridades tunisinas identificaram horas antes os dois autores do ataque, que acabaram por ser mortos pela polícia, como Yassin Abidi e Hatem Khachnaoui.

O ataque visou o Museu Nacional do Bardo, na capital da Tunísia, e nele morreram 21 pessoas, 20 delas turistas estrangeiros, segundo o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde tunisino.

Entre os estrangeiros mortos figuram cidadãos de Espanha, França, Reino Unido, Itália, Bélgica, Polónia, Japão, Austrália e Colômbia.

Lusa

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