sicnot

Perfil

Daesh

Daesh

Daesh

Turquia vai começar "em breve" a combater jihadistas do Estado Islâmico

A Turquia vai começar "em breve" a combater o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no norte da Síria, declarou o chefe da diplomacia turco, Mevlut Cavusoglu, durante um encontro com o seu homólogo norte-americano, John Kerry, na Malásia.

Fronteira da Turquia com a Síria.

Fronteira da Turquia com a Síria.

© Murad Sezer / Reuters

"Atualmente, em conjunto com os Estados Unidos, treinamos e equipamos a oposição moderada (síria) e vamos também iniciar o nosso combate contra o Daesh (acrónimo árabe do Estado Islâmico), em breve, e de modo eficaz", assegurou o ministro aos jornalistas no início do encontro à margem da cimeira regional sobre segurança organizada pela Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).

"Depois será mais seguro para os opositores moderados que combatem o Daesh no terreno", adiantou.

Os Estados Unidos há muito que incentivam a Turquia, aliado histórico, a reforçar a luta contra o EI, mas Ancara têm-se mostrado reticente.

A posição mudou após ataques mortíferos em solo turco, alguns dos quais foram atribuídos ao EI.

Desde então, a Turquia realizou uma série de ataques aéreos, indicando que tinha como alvo militantes do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no norte do Iraque, assim como 'jihadistas' do EI. Mas observadores afirmam que os combatentes do PKK foram muito mais frequentemente visados do que o EI nos ataques aéreos.

Em julho, Ancara anunciou autorizar que aviões militares norte-americanos lançassem ataques contra os 'jihadistas' a partir de Incirlik, uma base aérea no sul da Turquia.

A iniciativa marcou um aumento significativo do papel da Turquia na luta contra os militantes do EI, que ocuparam largos territórios no Iraque e na Síria.

lUSA

  • Os números das eleições francesas
    0:50

    Eleições França 2017

    Os resultados definitivos mostram que Emmanuel Macron obteve 24% dos votos, na primeira volta das eleições francesas. Ficou quase três pontos à frente de Marine Le Pen, que conseguiu 21,3%. Os números oficiais, publicados pelo Ministério do Interior, dão ainda conta da taxa de abstenção: 22,2%, um ligeiro aumento face à primeira volta das presidenciais de 2012.

  • ASAE encerra em média um restaurante por dia
    1:33
  • Grupo de brasileiros em assalto milionário no Paraguai
    1:24