sicnot

Perfil

Daesh

Daesh

Daesh

Daesh perdeu um terço do território no Iraque e Síria

O Daesh perdeu cerca de um terço do território que controlava no Iraque e na Síria, segundo informação divulgada hoje pela coligação liderada pelos Estados Unidos.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Stringer . / Reuters

No Iraque, a perda de território ocupado pelo Daesh "é de cerca de 40%", revelou o coronel Steve Warren, porta-voz da coligação internacional que leva a cabo ataques aéreos diários contra a organização extremista e providencia treino e armas para que forças locais combatam o grupo.

"Na Síria ... pensamos que [a perda] é em torno de 20%", acrescentou Warren, segundo o qual, considerando os dois países, a organização perdeu "30% do território" total que chegou a ocupar.

Quando o tamanho do alegado califado que o Daesh proclamou há ano e meio estava no seu máximo, o Iraque tinha uma área ocupada ligeiramente superior à da Síria.

Desde que assumiu o controlo de Ramadi, no Iraque, e de Palmira, na Síria, em maio passado, o Daesh tem vindo a recuar, com diversas forças iraquianas a recuperarem os principais centros urbanos, incluindo Ramadi, na semana passada.

Lusa

  • Confirmados dois novos casos de legionella

    Legionella

    Dois novos casos de legionella foram esta quarta-feira confirmados. A informação foi avançada em comunicado pela Direção-Geral da Saúde. Tratam-se de duas pessoas com mais de 80 anos, internadas no Hospital São Francisco Xavier e no Egas Moniz, ambas em situação clínica estável.

  • Quem é o novo Presidente do Zimbabué?
    2:15

    Mundo

    Emmerson Mnangagwa é o sucessor de Robert Mugabe que regressou esta quarta-feira da África do Sul, onde estava refugiado. No primeiro discurso, o Presidente do Zimbabué falou de uma nova democracia no país. Mnangagwa, conhecido como crocodilo, é suspeito de atrocidades na guerra civil pós-independência. 

  • Diminuem as hipóteses de salvar os tripulantes a bordo do submarino argentino
    3:09

    Mundo

    As hipóteses de salvar os tripulantes a bordo do submarino argentino, desaparecido há 8 dias, começaram a diminuir, uma vez que o chamado "tempo de segurança" já foi ultrapassado. A Marinha portuguesa está a acompanhar o caso do submarino que está desaparecido há oito dias. As hipóteses de salvar os tripulantes vão diminuindo.

  • Comprar um carro em segunda mão sem ser enganado 
    8:44
  • O que aprendemos com secas anteriores?
    32:50