sicnot

Perfil

Daesh

Daesh

Daesh

Perto de 2.500 combatentes do Daesh mortos no Iraque e na Síria em dezembro

A coligação internacional conduzida pelos Estados Unidos matou cerca de 2.500 combatentes do grupo radical Daesh em dezembro em ataques aéreos na Síria e no Iraque, anunciou hoje um porta-voz do exército norte-americano.

© POOL New / Reuters

O coronel Steve Warren disse ainda que desde o início dos ataques aéreos, em agosto de 2014, o Daesh perdeu 22.000 quilómetros quadrados, ou seja 40%, do território que controlava no Iraque e cerca de 2.000 km2, 10%, na Síria.

"Consideramos que o Daesh se encontra atualmente numa posição defensiva", referiu, adiantando que o grupo "atingiu o ponto alto das suas operações ofensivas por volta de maio, mas desde então só tem vindo a perder terreno".

Apesar de o número de 'jihadistas' mortos ser significativo, considera-se que o Daesh pode reabastecer as suas fileiras com alguma rapidez, graças ao afluxo de jovens sem ocupação dos países vizinhos onde a situação económica e política é difícil.

Os Estados Unidos calculavam o ano passado que existiriam entre 20.000 e 30.000 membros do Daesh no Iraque e na Síria, número repetido hoje pelo coronel Warren.

Quanto às numerosas derrotas do Daesh na Síria e no Iraque, elas têm como contraponto a conquista de novos territórios, por exemplo na Líbia, onde os fundamentalistas tentam controlar vários terminais petrolíferos em diferentes portos.

A estratégia da coligação internacional contra o Daesh tem sido atacar nomeadamente a infraestrutura petrolífera utilizada pelo grupo extremista para se financiar.

Segundo Warren, a produção petrolífera dos 'jihadistas' foi reduzida em quase 30%, passando dos 45.000 barris por dia para os 34.000.

Lusa

  • Como se sobrevive à dor em Nodeirinho e Pobrais
    2:43
  • Raphäel Guerreiro vai continuar a acompanhar a seleção
    1:08
  • 74 mil alunos do secundário têm a vida "suspensa" 
    2:22

    País

    Enquanto o Ministério Público investiga a fuga de informação no exame nacional de Português do 12.º ano, 74 mil estudantes ficam com a vida suspensa. Se a fuga se confirmar, o exame corre o risco de ser anulado e as candidaturas ao ensino superior atrasam. O Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), responsável pelos exames, prometeu esclarecimentos para os próximos dias.