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NATO apoia luta contra o Daesh e migrações ilegais

A NATO vai dar luz verde às contribuições logísticas para a luta contra o grupo extremista Daesh e o tráfico de migrantes a partir da Líbia, anunciou hoje o secretário-geral da aliança, Jens Stoltenberg.

Uma jornalista corre com um rebelde para evitar os snipers do Daesh, em Alepo na Síria. (outubro de 2014)

Uma jornalista corre com um rebelde para evitar os snipers do Daesh, em Alepo na Síria. (outubro de 2014)

© Jalal Al-mamo / Reuters

A primeira medida consiste em utilizar os 'Awacs', aviões de vigilância da NATO, nas regiões acima da Turquia e do Mediterrâneo, formando assim um arco em redor do Iraque, da Síria e da Líbia.

"Decidimos que os aviões Awacs da NATO vão fornecer informações à coligação para lutar contra o Estado Islâmico", declarou Stoltenberg ao apresentar o programa da cimeira de Chefes de Estado e de Governo, que se realiza dia 8 de julho, em Varsóvia.

Washington pediu, inicialmente, que os Awacs da Aliança Atlântica fossem postos à disposição da coligação para formarem centros de comandos. Estes aparelhos têm radares potentes que permitem observar a atividade aérea numa extensão de centenas de quilómetros.

Os Awacs têm como única função partilhar informações com a coligação, pelo que as aeronaves aliadas irão funcionar apenas a partir do território da aliança, sem invadir o espaço aéreo iraquiano ou sírio.

A NATO coopera também com a União Europeia, no espaço do mar Egeu, na luta contra a imigração ilegal. Esta organização colocou vários navios ao largo da costa da Turquia e partilha informações, em tempo real, com a defesa grega e a defesa turca.

Lusa

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