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Obama quer combater o Daesh "agressivamente e em todas as frentes"

O Presidente norte-americano, Barack Obama, prometeu que os Estados Unidos vão continuar a combater o Daesh "agressivamente e em todas as frentes".

Barack Obama reconheceu que a pressão acentuada contra o grupo extremista no Iraque e na Síria incitou o grupo terrorista a multiplicar os ataques não só naqueles dois países, como em França ou nos Estados Unidos e na Turquia.

A ameaça de ataques nos Estados Unidos "é séria. Nós levamos isso a sério", afirmou Barack Obama, em conferência de imprensa no Pentágono, antes de iniciar férias.

Na conferência de imprensa, Barack Obama sublinhou repetidamente que o Daesh não pretende realizar "ataques espetaculares como o de 11 de setembro", porque percebeu que consegue atrair a atenção com ataques em menor escala, com armas de pequeno calibre ou com um camião, como "aconteceu em Nice, em França".

"A hipótese de um ato isolado ou de uma pequena célula cometer um ataque fatal é real", insistiu.

Mas, assegurou, o Presidente norte-americano, o "grupo extremista não pode derrotar os Estados Unidos, nem os parceiros aliados da NATO (Aliança do Tratado do Atlântico Norte).

Barack Obama disse não ter dúvidas de que o Daesh vai perder o controlo dos seus grandes bastiões na Síria e no Iraque, mas não especificou quando.

O Presidente norte-americano sublinhou que os esforços militares contra os extremistas devem juntar-se aos esforços políticos, humanitários e diplomáticos.

Barack Obama considerou vital acabar com a presença daquele grupo extremista na Síria e no Iraque para acabar com a propaganda de que um califado está a nascer e com o recrutamento de combatentes.

O chefe de Estado norte-americano criticou também a Rússia pelas suas ações militares na Síria, em apoio ao regime de Bashar al-Assad, e exortou Moscovo a cooperar com Washington para encontrar uma saída para a crise.

"Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar com a Rússia para tentar reduzir a violência e consolidar os esforços contra os grupos Estados Islâmico e Al-Qaeda, mas a Rússia não tomou as medidas que se impõem", lamentou Barack Obama.

Na conferência de imprensa, Barack Obama pediu à Rússia para mostrar a sua "seriedade na procura de uma solução para a guerra que assola a Síria".

Lusa

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